Fórum Davos: Ministro turco se irrita em debate sobre Gaza

30 janeiro, 2009

turquia-oficial

Está ficando cada vez mais insustentável e cada vez mais explícito e até estrapolando limites o apoio que muitos poderes mundiais estão dando as ações do governo de Israel. Muitos dizem que Bush deu cheque em braco para o país na questão da Palestina. É quase certo que Israel não será punido pelos crimes de guerra (documentados em fotos e pela ONU) que realizou em Gaza neste último conflito. 

Outro dia BBC se negou a divulgar apelo humanitário por Gaza alegando que isto feria o equilibrio da transição do conflito. Agora o blog acerto de contas, sempre atento, revela que o primeiro-ministro da Turquia, Recep Erdogan, país que apoiava e tem as melhores relações com Israel dentre os paises arabes, ficou irritado durante debate do Fórum Econômico Mundial onde estava presente o presidente de Israel Shimon Peres.

 

“O debate era sobre a situação da Faixa de Gaza. Estavam presentes, ao lado de Erdogan e Peres, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e o secretário-geral da Liga Árabe, Amre Moussa – que saudou Erdogan quando ele deixou o palanque irritado.

Shimon Peres teria feito uma longa e apaixonada intervenção, “aos berros”, segundo a Agência Efe, responsabilizando o Hamas pela morte de civis palestinos durante a última ofensiva em Gaza. Morreram cerca de 1.300 palestinos nos ataques.

Exaltado, o presidente israelense negou que impediu a entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza durante a ofensiva. Segundo Peres, ele mesmo “supervisionava todos os dias a lista de necessidades”.

Sem querer lançar juízo, mas essa frase de Peres mais parece o típico “Eu finjo que faço e você finge que acredita“, tão familiar aos discursos pra boi, digo, ONU dormir…

Erdogan respondia às declarações exaltadas de Peres quando o colunista que mediava o debate, David Ignatius, do “Washington Post”, interrompeu sua fala e encerrou o debate.”

A irritação do turco foi tanta, devido ao não-sentido das palavras do presidente israelense, que ele tentou sob várias interrupções do mediador continuar sua fala. Por fim, abandonou o debate afirmando que não mais voltaria a Davos. O ministro afirma que teve 12 minutos contra 25 do israelense. O vídeo pode ser visto aqui.

 

Veja também. NA TURQUIA: Erdogan recebido como herói em Atartuk
Levou oorgulho para casa. 

Israel-Palestina: Como entender as f@tos?

29 janeiro, 2009

Estas imagens foram colocadas no blog de Paulo Henrique. Chamaram-me muito a atenção. É notória e assustadora a similaridade das situações mostradas e descritas nas fotos. Se você subtrair o contexto geral, as justificativas para as ações mostradas e sem se importar com quem manda ou faz tais coisas você fica assustado de saber que algo assim pode estar acontecendo hoje em sua época. Depois de tanto falar que o Holocausto foi algo distante, feito por uma geração que não é a nosso, isso é assustador.

 

 

Muitos não sabem explicar como os alemães chegaram a fazer aquilo, talvez aqueles das fotos não saibam explicar porque fazem aquilo com exatidão, podem até falarem algo, mas….

Os alemães fizeram aquilo que aparece no lado esquerdo do slid com certos civis do estado alemão (judeus, comunistas e outros diferentes). Os israelenses fazem aquilo que aparece no lado direito do slid com os palestinos e arabes, que são civis de outro “estado”, não são do estado israelense. Os alemães acreditavam que eram seres superiores aos que eles estavam prendendo e cerceando. Os israelenses acreditam que se defendem de pessoas que os odeiam e os atacam. A diferença de ser de outro ou do mesmo estado, pode ser um detalhe… que não justifica.

Sem querer condenar, sinceramente. Se abstrairmos das fotos os contextos gerais e analisarmos elas por elas mesmas, são inevitáveis as associações e as repulsas. Mas será que o contexto geral (história dos conflitos, partes envolvidas, objetivos, interesses e direitos em jogo) justificam e explicam as f@tos?….


Augusto de Barros, procurador municipal, é assassinado em Pernambuco

29 janeiro, 2009

Há poucos dias Manoel Bezerra advogado e político do PT foi assassinado por duas pessoas ainda não completamente identificadas. A morte dele ocorreu em Pitimbu, município da Paraíba que faz divisa com Pernambuco. Manoel residia em Itambé cidade de pernambuco que também faz divisão com a Paraíba, ficando em torno de 50Km leste de Pitimbu. Esta região que forma a zona da mata cobrindo os dois estados é citada na CPI do extermínio como área de atuação de grupos de extermínios.

Nesta mesma região, só que num município um pouco mais distante, a 80Km sul de Itambé está o município de Lagoa de Itaenga. Pois bem, o procurador deste município, Augusto de Barros, 53 anos, foi assassinado por dois homens. Segundo a polícia, o assassinato foi realizado por dois homens armados e que estavam em uma moto. Eles teriam chegado quando Antônio Barros conversava no posto de gasolina e efetuaram vários disparos. O advogado ainda foi levado para o hospital, mas chegou sem vida ao local.

O assassinato ocorreu dois meses após a morte do prefeito da cidade e primo de Barros, Fernando Antônio do Nascimento . Ex-prefeito de Lagoa de Itaenga, na Mata Norte, Fernando Antônio (PSB) foi assassinado dia 20 de Novembro de 2008, na Estrada das Tabocas, em frente a uma residência na Vila da Camboa, zona rural de Carpina. Segundo a polícia, Fernando foi atingido por quatro tiros (três na cabeça e um no tórax). Os disparos foram efetuados por dois homens que estavam em uma moto. O município de Lagoa de Itaenga possui não mais que 20 mil habitantes e 58 Km². 

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A similaridades entre os três assassinatos é bastante grande, embora não indique que haja atuação de um grupo de extermínio envolvido nas três mortes. Pode ser vários grupos atuando nesta região ou mesmo um modo de atuação das pessoas dessa região que resolvem tudo na arma e na violência. Ainda, pode haver grupos ou bandidos individuais que são contratados  especificamente para para esse tipo de ação.  Apesar destas três opções trata-se de um região marcada pela cultura da morte, de pagar com a vida qualquer tipo de desentendimento ou conflito. Outro traço é a ataução de pessoas detentoras de poder e dinheiro que podem contratar a morte de alguém ou possuir grupo de capangas assassinos.

 Trata-se de fatos e cultura que prejudica o desenvolvimento destas cidades e dão continuidade a velha cultura dos coronéis que mandavam e desmandavam no nordeste e no Brasil que tinah o forte traço de resolver divergências na bala, de fazer juramentos de morte.


Caso Manoel Bezerra: autoridades oferecem primeiras informações

29 janeiro, 2009

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Vejam este conjunto de reportagens sobre as investigações do caso:

 

Dois homens foram presos e outros dois continuam sendo caçados pelas polícias da Paraíba e de Pernambuco. Eles são suspeitos de participar da execução do advogado Manoel Bezerra de Mattos Neto, assassinado no último sábado, no município de Pitimbu, Litoral Sul paraibano.

Flávio Inácio Pereira – sargento reformado da Polícia Militar da Paraíba – foi preso, anteontem, em Itambé-PE pelo comandante geral da PM, Kelson Chaves. Ele foi levado para prestar depoimento na Secretaria de Segurança e Defesa Social e, em seguida, encaminhado para o 5º Batalhão, no bairro Valentina Figueiredo.

O segundo suspeito, José Nilson Borges, foi pego em Pedras de Fogo-PB, no mesmo dia. Na casa dele, foi encontrada uma espingarda calibre 12, que pode ser a arma usada no crime.

Ambos estão citados na CPI do Narcotráfico da Assembléia Legislativa da Paraíba e na CPI do Extermínio no Nordeste da Câmara Federal e serão apresentados hoje, em João Pessoa.

A entrevista também serviu para esclarecer que o segundo preso não foi Cláudio Roberto Borges. Ele, de acordo com as primeiras informações passadas pela polícia, seria o dono da arma usada no crime. O verdadeiro dono, que está preso na Central de Polícia, se chama José Nilson Borges e é irmão de Cláudio.

acusados

 

De acordo com o coronel Kelson, o sargento negou o crime e se mostrou indignado com as acusações. “Ele nega, é claro. Ninguém é obrigado a produzir provas contra si mesmo”, disse o comandante.

Segundo ele, a prisão do acusado foi feita de forma simples, já que o mesmo não esboçou reação. “Nós fomos para lá, mas não tínhamos a certeza de que ele estivesse na cidade. Porém, eu acredito que se Flávio tentasse fugir seria pior porque era como se ele estivesse confessando o crime. Não foi o que aconteceu. Ele soube que estávamos na cidade a sua procura e foi ao nosso encontro”, contou.

Discutesse se o caso está ou não vinculado com grupos de extermínio e a CPI. Para o sercretário trata-se de um caso isolado:

 

O secretário Eitel Santiago (Segurança Pública) desvinculou nesta quinta-feira, 29, a execução do advogado Manoel Matos de sua participação na CPI dos grupos de extermínio, da Câmara Federal. Para Santiago, a morte foi por vingança e é caso “isolado” motivado por um depoimento pretado pela vítima em 2002 em um processo de assassinato contra o Militar Flávio Pereira. “Não se trata de um crime promovido por grupos de extermínio, aposta o secretário.”

Diferente do que vinham deixando transparecer os comandantes das investigações em sucessivas entrevistas, o secretário disse hoje que o caso ainda não foi elucidado.

Walter Brandão informou que o sargento da Polícia Militar Flávio Inácio Pereira, acusado de ser o mandante do crime, planejou o assassinato para se vingar porque o advogado teria testemunhado contra ele num processo em que ele é acusado de matar outras pessoas. Este processo o fez ficar preso por mais de dois anos.

No entanto, não há como separar completamente este crime da investigação que acontece há anos sobre crimes de pistolagem e grupos de extermínio, uma vez que o acusado é apontado e investigado pela CPI do Grupo de Extermínio. O advogado morto participou desta CPI e, por conta disso, testemunhou contra Flávio e contra outros investigados por crimes desta natureza.

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Segundo informações das autoridades políciais, a investigação deve durar 30 dias. Ainda, a OAB_PE pede solicitação oficial de deslocamento de competência das investigações do assassinato. O pedido oficial será encaminhado à Procuradoria Geral da República.


O vergonhoso lesgislativo brasileiro: disputa interna e regulação externa

29 janeiro, 2009

Durante esta passagem de ano que também foi a passagem de poder em todas as cidades do Brasil, uma das maiores cidades da Paraíba, Santa Rita, presenciou uma situação no mínimo inusitada, mas talvez bastante comum na história das disputas políticas. 

O mandato dos vereadores e prefeito encerram-se em 31 de dezembro e a partir de 1 de janeiro há o que se pode chamar de vácuo de poder, ou seja, os antigos mandatários não são mais legalmente detentores do poder legal e os novos prefeitos e vereadores não tomaram posse, ainda. Esta ocorrerá no primeira dia lá pela manhã ou tarde, mas até lá ninguém “manda” na cidade. Esse vácuo do poder, seja ele formal ou não, é o momento mais propício para golpe branco ou negro, políticos, militares ou civis.

Pois bem, os vereadores eleitos de Santa Rita entraram num acordo informal de que a sessão para posse dos mesmos e escolha da nova mesa diretora da Câmara ocorreria as 1h da madrugada, isso mesmo, em pleno o reveillon! Entretanto isso não ocorreu, vários vereadores faltaram e os que foram, da oposição, encontraram a câmara fechada. Para cumprir o regimento da casa e temendo a tentativa de um golpe na eleição da mesa o grupo de vereadores da oposição foi para a Câmara as 10h do dia 1 de janeiro para tomar posse e eleger a mesa diretora. Mais uma vez a câmara estava fechada.

Este grupo fez a sessão em prédio emprestado e seguiu os tramites do regimento, de modo que uma mesa diretora foi eleita e os vereadores foram empossados. Entretanto, mais tarde as 16h estava marcada a posse do prefeito, esta que seria dada pelo presidente da Câmara. O grupo da oposição compareceu para dar posse ao prefeito e lá encontrou os faltosos. Estes acusaram os primeiros de terem feito uma sessão sem respaldo legal (pois foi fora da Câmara) e deram início a outra sessão para posse e eleição da mesa diretora da casa. A briga foi grande entre as duas bancadas, quase chega-se a socos.  O primeiro grupo se retirou da sessão e o grupo de situação realizou outra sessão, elegendo novo presidente da casa.

Por acaso, o novo presidente, em menos de 10 horas, foi um dos vereadores que tinha participada da sessão das 10h. Após muito confusão, este nova mesa diretora deu posse ao prefeito e vice e até aquele momento as coisas se acalmaram. Como se vê a cidade possuia duas mesas diretoras da câmara.

Como as partes não se entendiam, algo bastante corriqueiro entre situação e oposição no legislativo brasileiro foi necessário recorrer a justiça, se ela não existisse talvez o recurso fosse a força, política, social ou econômica. Se não, veja o que ocorreu no Maranhão.

A primeira mesa eleita as 10h ingressou na justiça para anular a sessão das 16h e por consequencia anular a posse do prefeito e como a cadeira dele ficaria vaga, pediu por fim, que o presidente da câmara, aquele eleito as 10h, também virasse prefeito da cidade até nova posse do prefeito eleito. O juiz negou os pedidos para evitar transtornos a administração da cidade sem no entanto julgar o mérito. Os vereadores do oposição, sessão das 10h, recorreram para o TJ, este por sua vez atendeu seus pedidos em partes. A nova decisão afirmava que a mesa diretora da câmara seria aquele eleita as 10h e o prefeito ficaria no cargo, mesmo sendo eleito por mesa ilegítima, devido a manutenção da ordem social e administrativa da cidade.

Até este momento da decisão do TJ, notem, a mesa diretora eleita as 16h era tomada como a mesa que mandaria legalmente na câmara, inclusive foi até esse grupo que conseguiu abrir a câmara, coisa que o primeiro, das 10h, não conseguiu. Eles inclusive impediram o cumprimento da decisão do TJ: Veja o que diz esta notícia:

“Depois do Diário Oficial de Justiça publicar decisão que determina a posse de Ednaldo Pereira (PR) como presidente da Câmara Municipal de Santa Rita, o vereador precisou de mais de uma hora para abrir a sede da Casa na presença de um chaveiro e de um Oficial de Justiça. Na manhã desta terça-feira (13), o prédio foi encontrado fechado a cadeado e as chaves estariam com José Paulo Viturino (PTB), que foi eleito presidente na sessão da noite.”

Ainda insatisfeito, o grupo da situação, sessão das 16h, recorreu para o STJ, e este manteve a decisão do TJ, veja

Ao decidir, o ministro Cesar Rocha ressaltou que as alegações exclusivamente jurídicas a respeito da legalidade ou não da sessão validada pela decisão tomada pelo TJ não devem ser discutidas nesse recurso. 

Para o ministro, as alegações de insegurança quanto à investidura nos cargos de prefeito e vice-prefeito também não merecem prosperar, na medida em que a decisão impugnada tratou de manter validadas as respectivas posses, bem como as dos demais vereadores, embora não tenham ocorrido na sessão das 10h da manhã. 

Diante disso, o presidente do STJ entendeu não estar configurada a afirmada lesão à ordem pública. A manutenção da decisão liminar, que tem caráter provisório e é plenamente reversível, segundo o ministro, não impede a atividade administrativa ou legislativa do município.

Por fim, os situacionistas das 16h decidiram não mais recorrer: “Agora é hora de trabalhar. Quem estava perdendo com isto era o município”, disse José Paulo Viturino, vereador de Santa Rita.

Pelo menos a briga era entre os vereadores eleitos, não houve nenhuma tentativa de golpe. O vácuo do poder previsto inclusive legalmente causou uma intensa briga com jogadas e táticas de ambas as partes para conquistar o poder e o locus da mesa diretora. Foi necessária a intervenção judicial para regular a briga que as prórprias partes não conseguiam resolver, nem negociando. Este retrato é cada vez a marca do legislativo brasileiro, políticos que não conseguem minimamente se entender e deixam tudo para o judiciário resolver, ai de nós se não houvesse a estrutura tri-partite.

 Para aqueles que disputam o poder a lei ainda é instrumento para ser utilizado a seu favor e não algo para ser cumprimdo. Por outro lado, se a lei é um instrumento a ser utilizado na disputa política, há um respeito as instituições judiciária, pois se isso não houve poderia ser legitimo tomar o poder pelas armas ou pela força. Até eles se entenderem a cidade fica a mercê de políticos que pensam mais neles do que na coletividade. O que fazer com o legislativo brasileiro? É melhor contratar o judiciário?


Caso Manoel Bezerra: Arma e suspeitos são apreendidos

28 janeiro, 2009

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Veja informações coletados no portal correio e paraíba 1:

O coronel Kelson Chaves, comandante geral da Polícia Militar da Paraíba, disse nesta quarta-feira (28 ) que a arma encontrada com um dos acusados detidos ontem foi a que matou o advogado Manoel Mattos, segundo perícia realizada na espingarda calibre 12. A declaração do coronel foi concedida à TV Cabo Branco, de João Pessoa.

Além do sargento reformado da Polícia Militar Inácio Flávio Pereira, também foi preso na noite de ontem um homem identificado como José Nilson Borges, funcionário de um mercadinho próximo ao local de onde ocorreu o crime. Ele está preso na Central de Polícia de João Pessoa, enquanto Inácio está detido no 5º Batalhão da Polícia Militar, localizado no bairro do Valentina, também na Capital.

A prisão dos acusados ocorreu com a presença do coronel Kelson, que foi pessoalmente a Itambé (PE) e Pedras de Fogo (PB) para buscar o sargento, que ao saber que era apontado como um dos suspeitos de imediato colocou-se à disposição da Polícia. Inácio foi detido porque há cerca de um mês teria feito ameaças em público, numa churrascaria, a Manoel Mattos.

O militar já havia sido apontado pelo deputado Federal Luiz Couto (PT) como provável envolvido no caso. Segundo ele, “Flávio Inácio Pereira sempre que se embriagava, dizia para quem quisesse ouvir que um dia iria matar o advogado Manuel de Mattos”.

Cláudio Roberto, mais conhecido por Claudinho, foi preso por policiais na divisa de Pernambuco com a Paraíba. A polícia inclusive apreendeu com ele uma espingarda calibre 12, que teria sido fornecida por ele para executar o advogado.

Apesar de confirmar estas informações, Eitel Santiago deixou claro que a força tarefa tem atuado em sigilo e que todas as informações ficam centralizadas do delegado Walter Brandão, que preside o inquérito e que “vai disponibilizar todas as informações quando for a hora”.

Como se vê em destaque há imprecisão sobre o nome do segundo acuso, com quem estaria a arma. Além dos praticantes do crime é interessante investigar a existência de mentores intelectuais deste crime, pois como se sabe há um grupo de extermínio em ação.


Veja é acusada de plágio em reportagem

27 janeiro, 2009

Para muitos esse plágio pode parecer algo não surpreendente, afinal a revista é algo de sérias acusações de mal jornalismo e de transformar notícia em mercadoria, senão veja o dossiê feito por um dos mais respeitados jornalista do Brasil, Luis Nassif: o chamado Caso Veja.

Este caso está basntante documentodos, não parece uma simples coincidência, antes o contrário. Toda a história começa em 29 de dezembro de 2008, no contexto da guerra em gaza. Neste dia a blogueira Ayesha Saldanha publicou um post com um conjunto de depoimentos de bloqueiros de Gaza e de palestinos: Palestine: Bloggers in Gaza describe the fear. Este post foi traduzido e referenciado adequadamente pelo blogueiro brasileiro Caim, em seu antigo blog no dia 03 de janeiro de 2009: Direto de Gaza: blogueiros palestinos frente ao conflito. 

Agora começa os problemas. No dia 5 de janeiro, poucos dias deppois de Caim publicar o post referenciado, a Veja publica a “notícia” Blogueiros narram drama da guerra em Gaza, do jornalista André Pontes. Se você ver a notícia de Veja constatará que os blog palestinos citados, os trechos dos blog que foram citados e a idéia geram da reportagem foi copiada sem referência do blog de Caim e de Ayesha. No final a reportagem acrescenta coisas, talvez para “aperfeiçoar” mostrando o lado israelense. VEJA e COMPARE. Tire suas conclusões.

Esta história foi citada sem maiores informações por Luiz Nassif no post: O plágio da Veja. Gerando replicações e comentários maiores de Daniel Duende em seu blog: Veja copia artigo do Global Voices traduzido por blogueiro. O blogueiro Caim em seu novo blog publicou o post O dia em que a Veja visitou meu blog. Lá ele explica outros fatos que constatam o provável quase certo plágio. Caim constatou atravez do sistema de rastremaneto de acesso Sitemeter que um computador da Abril acesso seu post traduzido, aquele lá de 03 de janeiro. Caim completa a saga:

“O primeiro movimento que fiz ao constatar algumas semelhanças entre os textos foi enviar um email para o chefe da redação da Veja.com solicitando maiores esclarecimentos e avisando que comunicaria Ayesha Saldanha sobre o ocorrido – o que fiz logo após. Por sua vez, Ayesha entrou em contato com a colaboradora e porta-voz da Global Voices no Brasil, a Paula Góes, que também enviou email para Veja pedindo esclarecimentos.
Até a manhã de hoje, a Paula e eu não recebemos nenhum email resposta da Veja. E olha que, após o dia em que enviei o email, o Sitemeter detectou três outras entradas no Livre correspondentes aos computadores da Abril.com. Será que o caso foi encaminhado ao jurídico, setor geralmente responsável nas empresas pela avaliação de supostos plágios? Essa é uma pergunta difícil de ser respondida. Afinal, a Veja.com sequer nos comunicou que nossa solicitação fora corretamente averiguada e que um processo interno fora instaurado para apurar o caso. O que revela certa dose de despreocupação por parte da Veja em atender solicitamente as pessoas e encerrar uma querela de fácil resolução.

Talvez, nessa altura do campeonato, o jurídico da Veja esteja mais preocupado em responder as dezenas de processos que pesam sobre a imaculada imagem da revista do que em emitir uma simples resposta aos questionamentos da Ayesha, da Paula e do Caim. Maldito dia em que a Veja visitou o meu blog.”

Como afimar o blog acerto de contas: ESSA VOCÊ NÃO VERÁ NA GRANDE IMPRENSA…

Mais um caso negativo para a história desta revista que tem a alcunha de ser a maior e mais lida revista semanal do país. Triste, não?! Depois dessa, para quem não conehce, vale a pena ler o dossiê veja, que talvez vire até livro.

Agora quem paragará o pato, o jornalista ou a revista. Talvez a revista tire o corpo fora, e aí…


Novo larvicida contra o mosquito da dengue é livre de toxidade para o ser humano

27 janeiro, 2009

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O novo lavircidade além de ser livre de toxidade para o homem, pode substituir o atual utilizado pela FUNASA para o qual o mosquito vem mostrando resistência. Além disto, trata-se de uma patente nacional, não sendo necessário aquisição no exterior da patente. O composto base para a fabricação da larvicida é o décimo sintetizado pela equipe sob o comando da professora Daniela Navarro, e mostra ser bastante eficaz. Este composto faz parte de uma nova linha de pesquisas que se mostra bastante promissora para novos os compostos mais eficazes, livre de toxidade e de patente nacional, reduzindo custos.

Veja reportagens da ASCOM-UFPE:

Por Rafael Mesquita, da Ascom/UFPE
Uma nova arma no combate à dengue está sendo desenvolvida pelo Departamento de Química Fundamental (DQF) da UFPE: um larvicida inédito e livre de toxidade para o ser humano. A descoberta é fruto de um esforço conjunto entre os grupos de pesquisa Química de Síntese, Química Computacional e Ecologia Química do DQF, que, há três anos, vêm aperfeiçoando uma nova classe de compostos sintéticos com grande potencial no combate ao Aedes aegypti. Essa classe é promissora na sucessão dos larvicidas sintéticos usados atualmente, contra os quais as larvas do mosquito já apresentam imunidade.
O novo larvicida já é o 10º desenvolvido pelo DQF desde 2007 e também o mais eficiente até o momento. Testes realizados mostram que ele é dez vezes mais letal contra as larvas do mosquito que seus antecessores: sua LC50 (concentração necessária para matar 50% das larvas) é de 2,2 partes por milhão (ppm), contra 25 ppm das substâncias anteriores. A professora Daniela Navarro, chefe do grupo de Ecologia Química, acredita que a recente descoberta – cuja patente está em andamento – é bastante promissora. “Ela possui atividade larvicida muito melhor que as outras moléculas patenteadas anteriormente e tem uma via sintética que é possível de ser realizada em grande escala. Estudos de toxicidade serão realizados e acreditamos que ela não apresentará toxicidade ao homem nas concentrações de uso, o que demonstraria a possibilidade desta ser aplicada como larvicida no combate ao mosquito da dengue”, afirma.
Foi a partir da análise quantitativa entre a estrutura química e a atividade biológica – estudo que recebe o nome de “QSAR” – dos nove compostos larvicidas anteriores que a equipe de pesquisadores conseguiu desenvolver a molécula em questão, mais poderosa e complexa. Do mesmo modo, a descoberta atual abre ainda mais possibilidades de aprimoramento, segundo ela. “Essa nova molécula abriu uma nova perspectiva de estudo, porque, como ela é sintetizada de uma maneira diferente, já idealizamos outros compostos baseados nela, para fazer um outro estudo de QSAR para baixar a concentração de 2,2 ppm para 0,2 ppm”, relata a professora Daniela Navarro. Ela prevê que, a partir da estrutura da molécula atual, um outro grupo de nove compostos inéditos, ainda mais eficientes, poderá ser elaborado dentro de dois anos.
PIONEIRISMO – Todos os dez larvicidas desenvolvidos pelo DQF pertencem à família dos 1,2,4-oxadiazóis, uma série de ácidos que até então só era conhecido por suas aplicações farmacológicas. “Nunca foi publicado anteriormente um estudo sobre a atividade larvicida frente ao Aedes aegypti para essa classe de compostos”, explica a pesquisadora, sobre o caráter inédito das pesquisas feitas e das patentes registradas subsequentemente.
Os compostos elaborados a partir dos 1,2,4-oxadiazóis ainda não se igualam em letalidade ao larvicida atualmente usado pela  Fundação Nacional de Saúde (Funasa), o Temefós, cuja LC50 é de 0,01 ppm. Entretanto, em todo o País, estão sendo registrados casos de gerações do Aedes aegypti resistentes à ação desse larvicida, que, desde 1967, tem sido usado no combate aos vetores da dengue e da febre amarela. “Se você coloca o Temefós e as larvas não estão morrendo completamente e outras estão sobrevivendo, então você vê que ele não é mais tão eficiente quanto era antes”, aponta Daniela Navarro. Além disso, um estudo realizado pelos Departamentos de Biofísica e Biometria e de Bioquímica da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) indica que o Temefós pode ser mutagênico e genotóxico para o ser humano, isto é, causar lesões no material genético, em concentrações similares às usadas no combate ao Aedes aegypti.
Os ácidos 1,2,4-oxadiazóis, em contrapartida, não apresentam genotoxidade ao homem nas concentrações usadas para atividade larvicida; sendo, inclusive, substâncias com propriedades conhecidamente analgésicas, antiinflamatórias, antifúngicas e antibacterianas. Segundo a professora Daniela Navarro, as perspectivas para essa nova família de substâncias são animadoras. “É um grupo de moléculas muito interessante porque não apresenta, a princípio, problemas de toxidade ao homem, e mata as larvas do mosquito”, afirma.
A pesquisadora também destaca a importância do fato de que esses larvicidas são patentes inteiramente brasileiras, diferentemente do Temefós, que é adquirido no exterior para ser formulado nos laboratórios nacionais. “O Brasil não tem tradição em patentear. Essa é uma classe que tem que ser preservada, que temos de estudar para chegarmos em compostos bem eficientes e proteger isso porque é uma tecnologia que o Brasil está desenvolvendo, e nenhum outro país está. Porque, na verdade, a dengue é um problema nosso”, conclui.
ALERTA – Segundo o Ministério da Saúde, 16 estados brasileiros estão sob risco de sofrerem uma epidemia de dengue em 2009, dentre eles Pernambuco. Quatorze capitais já estão em estado de alerta para o verão. Nessa época do ano, o número de casos de dengue é notoriamente maior por causa do calor e da chuva, que propiciam o desenvolvimento das larvas do mosquito. Só em 2008, mais de 734 mil dos 760 mil casos registrados ocorreram entre os meses de janeiro e agosto.
Mais informações sobre a pesquisa é bom procurar o Departamento de Quimica Fundamental da UFPE. Comece por este número:
Fone: 81 2126.7471
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Ultimante o post sobre a dengue vem recebendo vários acessos de vários locais do País. O leitor João Cunha solicitou informações sobre como solicitar o agente de saude para combate a dengue. Essa informação depende de cidade para cidade. Solicito verificar no site de sua cidade, normalmente é assim: nomedacidade.sigladacidade(Ex: SP).gov.br
Em São Paulo, as pessoas devem procurar os SUVIS: Vejam as informações:

O que são as SUVIS – Supervisões de Vigilância em Saúde:

São unidades descentralizadas da Coordenação de Vigilância em Saúde – Covisa, localizadas nas cinco regiões do município de São Paulo – Norte, Sul, Leste, Centro-Oeste e Sudeste. Ao todo, são 26 SUVIS, que atuam em três áreas:

.Vigilância Ambiental: controle da dengue, roedores e animais sinantrópicos e vacinação anti-rábica para cães e gatos.

. Vigilância Sanitária: fiscalização de comércio varejista de alimentos, medicamentos e serviços de saúde.

. Vigilância Epidemiológica: vacinação e controle de doenças epidêmicas.

A relação dos endereços e telefones das SUVIS pode ser encontrada no link abaixo ou pelo telefone 156 – Serviço de Atendimento ao Cidadão da prefeitura. As ligações são gratuitas.

Informações, Denúncias ou Reclamações SAC:  156 Praça de Atendimento: 3350-6624 / 3350-6628

Veja dicas de combate em: http://www.dengue.org.br/index.html

Vote em nossa pesquisa! Você apoio a união Cássio-Ricardo?

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Atuação de Daniel Dantas e Gilmar Mendes geram cada vez mais dúvidas

27 janeiro, 2009

Paulo Henrique Amorim vem colocando mais e mais argumentos e fatos para questionar contundentemente aqueles que questionaram a operação Satiagraha. Questiona-se tudo que ela gerou: os dois Habeus Corpus do Ministro Gilmar Mendes; as tentativas de anular o processo todo, pois sua apuração foi irregular/ilegal; a demissão do delegado Protógenes e Lacerda, este último simbolicamente e efetivamente modificou muito a PF além de outras acusações como uso da mídia por Daniel Dantas.

1.

Tudo começou quando a Veja publicou um suposto grampo feito por alguém junto ao STF e revelou conversa de Gilmar Mendes. Isso mostraria que a polícia estava atuando de modo irregular na apuração do caso Satiagraha. Este grampo gerou grande polêmica e agora começasse a ver que pode ter sido um grande engodo nacional. Que coisa! Veja o que diz o blog Acerto de Contas: Folha diz que grampo de Veja era uma farsa

 

Pode ter passado desapercebido por muitos, até porque era uma matéria discreta, na Folha de São Paulo de sábado.

Segundo apurou a Folha de São Paulo, a Polícia Federal, depois de investigar o suposto grampo que originou a matéria de capa da revista, entre uma conversa de Gilmar Mendes e Demóstenes Torres.

Para quem não se lembra, a Veja do ano passado apresentou uma reportagem de capa, falando que os espiões da Abin teriam grampeado uma conversa entre o Senador e o Presidente do STF.

Muita gente suspeitou da fraude porque nunca apareceu o áudio, e também porque a suposta conversa não tinha nada de comprometedora.

Esse grampo foi o estopim para que se afastasse Paulo Lacerda do cargo de Diretor da Abin.

Segundo a Folha teria apurado, os investigadores da Polícia Federal já saberiam que nenhuma gravação tinha sido feita, o que mostra que a reportagem foi uma fraude.

Para completar Paulo Henrique Amorim pensa alto em seu blog:

 

 Na Folha (*) de sábado, na página A4, há um texto que diz que as investigações intensivas da Polícia Federal chegaram à inexorável conclusão: o grampo sem áudio não tem áudio e não é grampo.

E não se sabe quem grampeou…

 Como dizia o ínclito delegado Protógenes no Roda Morta: grampo sem áudio não é grampo.

Como diz uma assessora do ínclito Paulo Lacerda, a Cynara Menezes, da Carta Capital: grampo sem áudio é homicídio sem cadáver.

O que era então o grampo sem áudio que não tem áudio nem autor e nem é grampo?

Para que serviu?

Serviu para o Presidente do Supremo Gilmar Dantas, segundo Ricardo Noblat, chamar o presidente Lula “às falas” – e o presidente que tem medo se submeteu a ser chamado “às falas”…

Imediatamente, o Presidente que se deixou chamar “às falas” demitiu o ínclito delegado Paulo Lacerda.

O Ministro serrista – já integrado à Campanha “Serra 2010” – Nelson Jobim produziu uma prova definitiva para desmoralizar o Serviço de Inteligência do Brasil: uma babá eletrônica que “fez” o grampo que não tem áudio, não tem autor e não é grampo.

O trabalho do PiG(**), articulado por Gilmar Dantas (segundo Noblat), foi, então, “contaminar” a Operação Satiagraha.

O PiG seguiu a estratégia do bandido condenado, Daniel Dantas: como é impossível se defender das acusações contidas na Satiagraha, o negócio é fazer a Satiagraha deixar de existir, matá-la, vítima de “contaminação”.

Agora, o PiG esconde a informação de que o grampo não tem áudio, não tem autor e nem existe.

Quem fabricou o grampo?

A Polícia Federal chegou à conclusão de que o grampo não tem autor.

Ninguém grampeou.

Então, quem grampeou o grampo da Veja?

O autor levanta alguns suspeitos: a veja, o presidente do STF junto com o Senador e a resvista.  Veja a íntegra das hipóteses.

 

2.

Outras críticas sobre a operação foram no sentido de questionar o modo de atuação da PF e mostrar que esta usava algemas em excesso e pedia bloqueios de dinheiro sem respaudo legal. Estes fatos também são questioandos:

aaaVeja que Kenny Boy está preso, de algemas. Nem por isso a democracia americana foi à breca. Nem a Suprema Corte baixou uma lei para impedir que rico, branco de olhos azuis fosse algemado. Nem os ricos americanos passaram a temer mais a Lei. Eles já temem… E respeitam a Suprema Corte, onde não tem “facilidades” …

 

Para completar Protógenes traz estes fatos: ” Quando as tevês exibiram insistentemente imagens de executivos humilhados e algemados, analistas, políticos e líderes empresarias foram rápidos em afirmar que indivíduos gananciosos e corruptos, e não o sistema como um todo, eram os culpados pela desgraça de Wall Street. “estamos falando apenas de algumas maçãs podres ou há algo de errado com o sistema ?”, Sam Donaldson perguntou ao ex-presidente da bolsa de valores de Nova York, Richard Grasso, no programa This Week do canal norte-americano ABC. “Bem, Sam”, Grasso explicou, “tivemos algumas falências de grande porte e temos que extirpar as pessoas ruins, as práticas erradas; isso sem dúvida, seja um, sejam quinze, e isso em comparação com mais de dez mil empresas de capital aberto – mas uma, Sam, apenas uma WordCom ou uma ENRON já é demais”. Apesar dessas afirmações, hoje os cidadãos – e também muitos líderes empresariais – estão preocupados com o fato de que os defeitos do sistema corporativo podem ser muito mais profundos do que alguns tremores em Wall Street possam indicar. A premissa principal é de que a corporação é uma instituição – uma estrutura única e um conjunto de ordens que direcionam as ações das pessoas dentro dela.”

Nestes dias a justiça internacional fez o que a brasileira não conseguiu e com muito menos papéis e até mais afastada dos fatos, isso revelaria que no exterior, Dantas não tem “facilidades”.

A revista Carta Capital que chega nesta sexta-feira às bancas de São Paulo traz reportagem de Cynara Menezes: “No Bolso, ao menos – Satiagraha – O Ministério da Justiça consegue bloquear 2 bilhões de dólares de Dantas no exterior. É um duro golpe no banqueiro.” Cynara apurou que 90% dos recursos congelados pertencem a uma só pessoa: Daniel Dantas. O congelamento foi feito em parceria com o Governo dos Estados Unidos e da Inglaterra (*) -veja Como Romeu Tuma Júnior deu o golpe fatal em Daniel Dantas.

Cynara conclui assim: “Quanto ao banqueiro (Dantas), fica claro mais uma vez que ele não ‘conta com facilidades’ fora do Brasil. Enquanto aqui os processos contra ele andam a passo de tartaruga (são raríssimos os casos de condenação como a decidida pelo juiz Fausto De Sanctis), no exterior Dantas é um contumaz perdedor.

Juízes estrangeiros já o chamaram literalmente de mentiroso e ladrão. Nestas bandas, ele costuma ser definido apenas como ‘polêmico’”.

É necessário que nosso líderes e círculos de pessoas de poder neste país vejam bem o que está acontecendo ou que o estão fazendo. As coisas mudam… Porque lá as coisas andam e aqui não? Para questionar a burocracia brasileira é fácil e rápido, mas neste caso ninguém ousou falar.


Delegado Protógenes mostra as feridas da explosão. E não só dela.

26 janeiro, 2009

protogenes

Recentemente, dia 17 de janeiro,  o delegado Protógenes Queiroz viu o radiador do seu carro estourar e devido a grandeza e impacto da explosão e as denúncias e situações políticas na qual o delegado vem se envolvendo gerou-se a suspeira, ainda não derimida, de que se trata de atentado, veja a notícia: Radiador do carro de Protógenes explode: atentado ou foi muita coincidência?!

Nestes dias o delegado colocou em seu blog quais as providências que estão sendo tomadas e o que ocorreu após a explosão que muitos achavam que se tratava de mentira forjada por alguém que invadiu o blog do delegado. Veja o que Protógenes disse:

Comunicamos ao povo brasileiro e aos internautas que no dia 19 de janeiro de 2009, o Delegado Protógenes foi submetido a uma avaliação no Hospital das Clínicas em São Paulo, no Centro de Queimaduras onde foi submetido a uma cirurgia no pé direito, a fim de recuperar a região atingida por lesões provocadas por queimaduras de segundo grau. No momento está se refazendo do infortúnio em companhia de seus familiares.

Quanto ao infortúnio sofrido, algumas medidas iniciais já foram realizadas no sentido de identificar se a causa foi acidental, provocada por falha mecânica do veículo, ou um ato de sabotagem provocado por terceiro. Nenhuma das hipóteses merecem ser desprezadas devido a fatos que ocorreram durante a operação Satiagraha. Mesmo assim surgiram notícias mentirosas e tendênciosas plantadas na grande mídia, no sentido de que o veículo foi alvejado por disparo de arma de fogo provocado por terceiro (s). Vê-se que existem adversários que não se cansam em tentar lançar dúvidas perante a opinião pública para desacreditar a existência de fatos que envolvam alguma relação suspeita contra a segurança ou integridade física de Protógenes, como se este não fosse portador em sua mente de segredos compartilhados com outros integrantes da sua equipe de combate à corrupção ao longo desses dez anos a frente de operações policiais, que são verdadeiros paradigmas dentro da história da Polícia Federal. Acreditamos que os procedimentos já existentes, resultarão em breve, se houve ou não  tentativa ou obstrução nos trabalhos relacionados com a operação de inteligência denominada de Satiagraha.

As fotos do acidente e as queimaduras foram mostradas no blog do Paulo Henrique, este que está cada vez mais envolvido num conflito policial e pessoal com Daniel Dantas e José Serra.

Veja como ficaram os pés do ínclito delegado Protógenes após o atentado: As fotos ficaram bem feias.


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