CRACK – a morte ronda João Pessoa e o Nordeste

18 Novembro, 2009

Segundo reportagem do JPB o crack é consumido ou já foi consumido por 2% da população de João Pessoa. É o pouco alarmante. Este blog desde o início de sua operação há um ano alertava o surto de consumo de crack na Paraíba. É assustador. Precisamos urgentemente da atuação do poder público em vários segmentos, que vai da prevenção até o tratamento.

Abaixo colocamos os vídeos sobre a série de oito reportagens do JPB sobre o avanço do crack no Nordeste e na Paraíba. Valem a pena ver, não podemos deixar de lado. Este blog já mostrou em post anterior que o crack é o centro nervoso do aumento da criminalidade da Paraíba. Combater o crack é garantir segurança pública e saúde a população. Não queremos ver zumbis humanos como na cracolândia em São Paulo.

Vejam o post. Toda esta violência tem um centro nervoso, uma espinha dorsal que se chama CRACK. Trata-se de droga de baixa qualidade e preço, sendo aquela que possui os efeitos mais nocivos a saúde e a família. Ainda, é uma droga de fácil dependência, sendo seu vício extremo. Esta droga invadiu a Paraíba nos últimos anos, com o apoio de pessoas de outros estados.

Valorizamos a reportagem da Tv cabo Branco, é a grande mídia acordando para um problema gravíssimo. Temos a vantagem de poder combater no início, não podemos perder essa oportunidade em meio a escuridão atual e apagão futura, se nada ocorrer.

Primeiro vídeo

Segundo vídeo

Terceiro vídeo

Quarto vídeo

Quinto vídeo

Sexto vídeo

Sétimo vídeo

Oitavo vídeo


Crack – vício em três doses!

27 Outubro, 2009

Matéria do G1 mostra como é assustador o avanço e as consequências do uso do crack, que está chegando com força na Paraíba. Mas como estamos afirmando constantemente, é melhor combater do início do que depois, quando o tráfico, as armas e a violência se reforçam.

Agora que esta droga virou um problema de classe média e alta, a grande mídia que escreve e depende dela passou a abordar o assunto com maior constância e com aquele tom de indignidade e de falta de respeito do poder público. Chamando assim o governo para sua responsabilidade. Apesar dos motivos serem negativos a atuação do governo, sim, é bem vinda.

Um episódio trágico, no último fim de semana, fez um pai expor sua dor publicamente deixando muitas famílias em alerta. Ao afirmar que viu uma pessoa boa se transformar em um assassino, referindo-se ao filho usuário de crack que estrangulou a amiga de 18 anos, ele revelou a dimensão dos efeitos devastadores dessa droga que já é altamente consumida em rodas de classe média.

De acordo com a psiquiatra Analice Gigliotti, presidente da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e Outras Drogas (Abead) e chefe do Setor de Dependência Química da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, cerca de 40% dos usuários são pessoas de classe média.

O estágio devastador da droga pode ser percebido no relato de um estudante de classe média alta, de 24 anos, que revela em seu blog pessoal a luta para se afastar do vício, depois de três anos.

“O crack realmente acaba com qualquer um. É muito poderoso. Conheço quase todos os tipos de drogas que temos no Brasil. Só nunca usei heroína. Classifico o crack como a mais viciante de todas. Com um efeito curto e muito intenso, devido a depressão após o uso, o usuário se vê obrigado a usar grandes quantidades. Não dá para fumar só uma pedrinha se você tem carro e dinheiro no bolso”, conta.

Droga atinge o cérebro em oito segundos

Conforme estudos científicos, ao ser fumado, o crack atinge o cérebro em cerca de oito segundos, após passar pelos pulmões e pelo coração. Vicia com apenas três ou quatro doses. O efeito dura de um a dois minutos.

A droga produz insônia, falta de apetite e hiperatividade. O uso prolongado causa sensação de perseguição e irritabilidade, o que leva o usuário a agir de forma violenta.

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Aplaudimos a pretensão do MP e do CONEN da Paraíba tomarem a iniciativa de combate as drogas. Vejam matéria do WSCOM. Esperamos que não seja apenas para inglês ver.

O Ministério Público da Paraíba e o Conselho Estadual de Entorpecentes (Conen-PB) vão desenvolver um projeto piloto de combate ao uso de drogas. A medida foi tomada em reunião, realizada na sede da Procuradoria-Geral de Justiça, nesta segunda-feira (26). Segundo proposta do procurador-geral de Justiça, Oswaldo Trigueiro do Valle filho, o projeto deverá conter metas a serem alcançadas, de forma que produza resultados efetivos. Ficou acertado que a minuta do projeto será apresentada no dia 14 de dezembro.

Para o procurador-geral, o MP está trabalhando na linha das parcerias. “Podemos instituir uma política e ser o fio condutor desse projeto. Firmamos o compromisso de ajudar o Conselho no que for necessário. Queremos que esse trabalho conjunto tenha resultados práticos, que o Conen seja sentido pela sociedade”, ressaltou Oswaldo Filho.


Raio X da violência na Paraíba. Assaltos, crimes, mortes e crack.

20 Outubro, 2009

Crack

É cada vez mais notório o aumento significativo da violência na Grande João Pessoa (Capital, Santa Rita, Cabedelo, Bayeux, Lucena, Conde e demais) e também na Paraíba, aí temos Patos, Campina, Mamanguape e outros.

Cenas e fatos que você nunca tinha visto antes, ou que ocorriam uma vez perdida em anos começam a acontecer quase que a todo fim de semana. Invasão de casas, polícia recebida a bala, tortura, mortes por encomenda, sequestro relâmpago, assaltos a ônibus, artistas se envolvendo com crack etc.

Toda esta violência tem um centro nervoso, uma espinha dorsal que se chama CRACK. Trata-se de droga de baixa qualidade e preço, sendo aquela que possui os efeitos mais nocivos a saúde e a família. Ainda, é uma droga de fácil dependência, sendo seu vício extremo. Esta droga invadiu a Paraíba nos últimos anos, com o apoio de pessoas de outros estados. A PF aumentou significativamente a apreensão de crack no Estado. E isso é apenas um sintoma de algo bem maior.

Junto com o crack vem os assaltos, crime organizado, degeneração familiar etc. Esta droga invade todas as classes e cada uma responde de modo diferenciado. Para manter o vício as pessoas mais pobres partem para vender as coisas de casa e depois para assaltos pequenos e grandes. Os mais ricos começam vendendo seus pertences e endividando-se. Começam também a fazer assaltos, quando se veem encurraladas.

Como se pode ver, assaltos a ônibus, empresas de bairro, assaltos relâmpagos, roubo de carros para praticar assaltos viram formas de violência cotidianas a frenquentar jornais e indignar pessoas.

De outro lado, aqueles que não conseguem pagar pela droga, seja roubando ou vendendo o que tem, terminam ficando na mão dos bandidos traficantes e morrem. As mortes por encomenda, os acerto de contas começam a se tornar frequente. São crimes que possuem cada vez mais requintes de crueldade, provavelmente para mostrar e servir de lição para os demais futuros inadimplementos com o crime.

Desse modo, ossadas encontradas, mortes em frente de casa, invasão seguida de morte, assassinos da moto preta viram manchetes de jornais e incomodam a todos.

No meio de tudo isso estão as famílias e amigos. Nesse ponto, a família já está envolvida e começa a se desmanchar em brigas e discussões. Ninguém sabe mais o que pode ser feito. Em pontos extremos os filhos e filhas são presos em casa, são amarrados ou internados, para quem pode pagar pelo tratamento. Em outros casos, os filhos caem no mundo e ficam a mercê da própria sorte.

Comandando isso tudo estão organizações e bandos de criminosos que se alimentam da venda de crack e do consumo. Esses grupos vão ficando cada vez mais organizados e bem armados, aí começam a fazer frente a polícia. Começam a dominar regiões e em certos bairros e favelas o Estado que já erra ausente fica impedido de entrar. Quando entra é recebido a bala.

Dai nasce a passividade da polícia. Muitos policiais acham que deixar os bandidos se matarem e/ou as coisas correm solta é a melhor saída, mas pelo contrário, é deixar a sociedade refém desses grupos que ficam cada vez mais poderosos e concentrados. Nasce também a corrupção, que é um câncer para qualquer organização.

Isso é um circuito conhecido de muitos e muitos lugares. Vejam o caso do Rio, de São Paulo ou de Salvador. Isso tem um início. É o que estamos vendo aqui na Paraíba. Por isso, quando mais cedo o combate, a conscientização, melhores serão os resultados no futuro. Entretanto parece que estamos diante de um Estado, Governo e políticos inoperantes. A polícia entra em greve e ninguém está preocupado. Os jornais a cada dia só noticiam crimes bárbaros e o aumento da violência e ninguém acorda.

Trata-se, como se viu, de um problema complexos, não apenas de polícia, mas social. Depende da geração de emprego e renda, da melhoria da educação e estruturação familiar. Não é apenas combate, é conscientização.

A pergunta é: quando vamos começar a tratar esse tema com a devida seriedade? Quando uma figura de renome morrer ou falar que está viciada em crack? Quando a polícia for atacada pelos bandidos e ficar com cara no chão? Não se pode pecar nesse assunto, pois exemplos já temos, formas de combate também. Porque ficar parado?


Segurança pública em pauta. Até que enfim!

27 Agosto, 2009

Nesta quarta-feria deputados da Paraíba discutiram, e feio, sem rumo e só com acusações, os problemas graves por que passa nosso estado no que tange a segurança pública. Neste blog já vimos vários posts sobre o avanço significativo do tráfico e consumo de crack no Estado. Além disto, há um aumento dos homicídios, com cada vez mais requintes de crueldade e toque de encomenda. Moto preta, menino carbonizado, invasão de casa para matar por encomenda etc.

Trata-se de um estado muito grave que demanda ação policial planejada e com setores de inteligência ativo. Além de políticas socias de geração de renda. Não se pode deixar essa assunto passar em branco, quando mais cedo o combate melhor os resultados. Essa máxima deve ser levantada com princípio na segurança. Diante disso tudo a discussão na Assembléia foi positiva por trazer o assunto à tona na Casa que deve bem debatê-lo. Mas não deve reduzir o debate a uma troca de acusações sem futuro.

Tragam-se números, projetos, idéias, comissões para debates. Cobrar é o primeiro passo, mas temos que avançar e muito. Incluindo a colocação desse tema com um dos grandes assuntos da eleição de 2010. A paraíba não pode mais esperar, senão até bala perdida, estado paralelo já estarão firme e forte num estado que vende a tranquilidade como aspecto do turismo e que é um dos estados mais pobres. Esses são apenas argumentos pragmáticos para um tema que deve ser sempre combatido pelo qualidade de vida e bem estar social.

Por favor, não vamos tratar um assunto deste como um tema político stricto senso. Vejam como foi o debate na Assembléia:

As bancadas de situação e de oposição na Assembleia Legislativa da Paraíba voltaram a bater boca na tarde desta quarta-feira (26) e o mote foi mais uma vez o problema da segurança pública no Estado e os alarmantes índices de criminalidade que vêm sendo registrados. O deputado estadual Zenóbio Toscano (PSDB) disse que o governador José Maranhão (PMDB) “não disse para que veio até agora”, mas o situacionista Gervásio Filho (PMDB) reagiu e disse que o Governo vem arrumando a casa.

Zenóbio é extremamente enfático ao falar sobre a segurança pública paraibana. “Nunca se matou e nunca se assaltou tanto na Paraíba como nestes últimos meses. Mas ainda assim nós não vemos ações efetivas da Secretaria de Segurança Pública para amenizar o problema”, disparou.

Especificamente sobre Gustavo Gominho, ele criticou uma declaração recente do secretário, quando disse que as coisas estavam ruim, e que ainda iriam piorar mais. “Que mensagem otimista é esta para a população paraibana? Está na hora então de se fazer alguma coisa para evitar esta situação”, destacou, criticando o que ele chamou de “paralisia” do Governo. “Já são sete meses de gestão e até agora nada”, completou. LEIA MAIS>

Mais um caso impactante. Agora a própria polícia é acusada. Esse é só mais um item para mostrar a complexidade da questão. Policiais são acusados de estuprar e matar flanalinhas.

Na madrugada desta quinta-feira (27) uma flanelinha disse ter sido abusada sexualmente por policiais militares e um outro flanelinha foi encontrado morto no Bairro das Indústrias. Neste caso, os suspeitos de praticar o crime também são policiais.

A flanelinha identificada como C.C.J.S, de 20 anos, disse ter sido estuprada quando estava na orla do Cabo Branco, em João Pessoa, quando três policiais, que estavam numa viatura a abordaram e a violentaram dentro do carro da polícia.

A denúncia foi feita na 3ª Delegacia Distrital, que está investigando o caso. A mulher vai passar por exames no Departamento Médico Legal de João Pessoa. Segundo a Polícia, no horário que a vítima informou ter sido abusada não havia nenhuma viatura naquela área.

Outro crime envolvendo policiais e um flanelinha foi registrado na 1ª Delegacia Distrital da Capital. O corpo do flanelinha Jailson Laurentino dos Santos, de 19 anos, foi encontrado por volta das 5h da manhã no Bairro das Indústrias, em João Pessoa.

A vítima estava com as mão amarradas e sem os olhos. Segundo familiares, Jailson foi visto pela última vez na companhia de policiais. Ele estava desaparecido desde a última segunda-feira (24).


Estado Paralelo em JP. Onde estão nossas autoridades?

19 Julho, 2009

O Blog já vem há alguns meses destacando o problema do tráfico de crack na região metropolitana de João Pessoa. Falar em crack é o mesmo que falar em vício (vejam a cracolância em São Paulo) em comércio ilegal, em formação de grupos armados, em estado paralelo, em mortes por encomenda, em Governo sem poder!

Esta realidade pode parecer longe da Paraíba, mas está cada vez mais perto. E a omissão do estado, da polícia pode marcar um futuro nebuloso para nossa população. Há de se combater o tráfico e o crack na raiz, quando se começa. Quanto mais cedo melhor, é como um câncer. Mas nossas autoridades não veem nem ouvem. Estamos abandonados??????

Mais uma vez, cadê nossas autoridades executivas, legislativas e judiciárias?

Vejam reportagem do Jornal O Norte.

A Constituição Federal cita, em seu artigo 144, que todo cidadão tem direito à cidadania, dignidade, vida, liberdade e à segurança. Esses princípios fundamentais é apenas uma utopia e fica apenas no papel se observada a triste realidade vivida por comunidades carentes de João Pessoa. A violência está tão enraizada na vida das pessoas que uma dessas comunidades foi denominada de Iraque pelos próprios moradores, numa referência ao país que há décadas vive em conflito com outras nações, principalmente, os Estados Unidos. O curioso é que a comunidade Iraque fica encravada numa área invadida a poucos metros da Central de Polícia e também do Comando Geral da Polícia Militar do 1º Batalhão. Apesar da proximidade, o tráfico na favela Iraque e as cenas de violência entre gangues é uma triste realidade. Em determinados locais, o poder paralelo do crime é tão forte que nem mesmo a polícia tem acesso porque controle imposto não tem limite.

Do alto de barreiras ouda laje das casas, os bandidos ditam leis e controlam, através de celulares, códigos e até rádio-escuta, a entrada e a saída de pessoas. Quando da aproximação da polícia os criminosos detonam fogos de artifícios para avisar os comparsas de que armas ou drogas devem ser escondidas como forma de evitar flagrantes.O poder paralelo faz com que os bandidos demarquem territórios, impondo terror à população e desafiando a segurança pública.

O bairro São José, anexo a Manaíra, outro local onde o poder de fogo dos criminosos é visível. No ano passado o então comandante da Polícia Militar, coronel Kelson Chaves, colocou câmeras em alguns pontos do bairro, mas o resultado não foi satisfatório. O São José tem um dos maiores índices de criminalidade de João Pessoa.

A Ilha do Bispo é outra comunidade muito afetada pelo alto índice crimes praticados por gangues que disputam pontos de distribuição de drogas. Há duas semanas a Polícia Militar realizou uma operação surpresa no bairro e foi recebida a bala por quatro bandidos. Houve reação dos policiais e um adolescente tombou morto.

Os moradores da comunidade Bola na Rede, vizinho ao Bairro dos Novais, vivem uma situação de medo e têm seus direitos de ir e vir suprimidos pelos bandidos.Os traficantes de drogas determinaram o ‘toque de recolher’ nas ruas da localidade após as 22h, sob de punição aos que desobedecerem.

Estudantes que frequentam escolas afastadas da Bola na Rede dizem que precisam andar em grupo no período noturno para pode voltar para casa. As casos de violência são muitos, mas ninguém da comunidade se arrisca a falar para não sofrer represálias.

Em meio a tanta violência, uma professora de 25 anos diz que enfrenta o risco de estar em sala de aula pelo prazer de ensinar crianças e adultos através do Programa Brasil Alfabetizado, do governo federal. Rosineide Leal Mota reside na comunidade Bola na Rede e todas as noite ministra aula na sede da associação de moradores para uma classe com 20 anos de diferentes faixas etárias.

Rosineide lembra que em pleno horário de aula já ouviu tiros disparados por gangues que disputam espaço para vender droga, mas ela diz que eles não pertubam as pessoas da comunidade. ” A guerra deles é com pessoas de outras áreas”, afirma a professora, acrescentando ser vocacionada para o exercício do magistério. A professora é noiva e acredita que quando casar não terá como continuar ensinando na comunidade, mas diz ter esperança de que a prefeitura de João Pessoa possa instalar uma escola no local.

Criminalidade avança na Paraíba: polícia é recebida a bala

Traficantes fazem estado paralelo em João Pessoa

Paraíba é rota do tráfico em larga escala


Criminalidade avança na Paraíba: polícia é recebida a bala

16 Junho, 2009

Esta pequena notícia que está no portal wscom, abaixo, revela como está a situação da criminalidade na região metropolitana. Há tempos noticiamos neste blog como o consumo e venda de crack avança na Paraíba. Junto deste fato percebemos a organização dos criminosos, a qualificação de suas ações e as mortes por encomenda aumentando no noticiário.

Todas estas ações estão ligadas ao crack. Neste últimos dias estamos vendo ações que só seriam pensaveis no Rio de Janeiro. Familias sendo expulsas de casa; senhoras vendendo crack em pousadas; artistas sendo presos por uso de crack e roubo para alimentar o vício. Trata-se de um estado paralelo que está se organizando na região metropolitana e que a polícia tem que reagir. Não só ela, mas o governo como um todo, como afirmamos desde o início: quando mais cedo o combate melhor os resultados. Mas… essa n]ao virou ainda uma questão de “estado” na Paraíba.

Veja a notícia, ela em si só já é um marco desta ação maior da criminalidade:

No final da tarde desta terça-feira, 16, o Ciop (Centro Integrado de Operações Policiais) foi a Ilha do Bispo de que havia quatro homens armados circulando pelas ruas do bairro. Quando a polícia foi checar a denuncia já foi recebida a bala.

Na troca de tiros dois dos integrantes do bando foram baleados. Um deles morreu com um tiro na nuca.

O outro baleado conseguiu fugir junto com os outros integrantes. A polícia re4aliza buscas no local para tentar localizar o restante do bando.


Traficantes fazem estado paralelo em João Pessoa

12 Junho, 2009

Duas notícias deste semana podem ser uma marca, diga-se de passagem, formal, de um processo que já vem amadurecendo nos últimos anos. A invasão do crack em diversos bairros da capital e a estruturação de grupos de criminosos que atuam para garantir a distribuição da droga. Desde o início do blog está é uma preocupação constante, é só fazer uma pesquisa em nossos tags.

ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE ESTADO?CADÊ O MINISTÉRIO PÚBLICO DA PARAÍBA?

Hoje trago duas reportagens que confirmam nossas preocupações:

Família expulsa de casa por traficantes:

Após ajuda da Secretaria de Ação Social do munícipio de Cabedelo, a família que foi agredida e expulsa de casa por traficantes de drogas no Renascer voltou para as ruas, pois a ajuda esperada só durou uma noite em uma pousada local.

A família, que passou a manhã toda na porta do Sistema Correio tentando ajuda para denunciar a situação que estavam passando, dessa vez retorna para dizer que a ajuda prometida pela Prefeitura de Cabedelo findou-se.

“Ficamos hospedados durante a noite na pousada, e na manhã de hoje fomos levados para umas casas da prefeitura no conjunto Renascer, mas todas as casas estavam ocupadas e ficamos mais uma vez na rua”, desabafa a Mãe, que tem a identidade preservada por questões de segurança.

 

Traficantes instituem toque de recolher

Os moradores da comunidade do Taipa, bairro do Costa e Silva, em João Pessoa, estão experimentando viver uma situação jamais vista, nem esperada, de ter seus direitos de ir e vir suprimidos pela bandidagem que toma conta da área. Os traficantes de drogas determinaram o ‘toque de recolher’ nas ruas da localidade após as 22h, sob de punição aos que desobedecerem.

Em reportagem assinada por Alessandra Bernardo, ilustrada por Stanley Talião, o CORREIO desta sexta-feira conta todo o drama de que é vítima a comunidade do Taipa há cerca de três semanas. Segundo a repórter, a nova rotina está mudando os hábitos da comunidade e afetando os estudantes do turno da noite, que têm que sair da escola às 21h30 para não serem ‘punidos’ com agressões físicas ou até a morte.

Muitos estudantes até já trocaram de turno com medo da situação. As denúncias são muitas, mas ninguém se arrisca a se identificar para não sofrer represálias, como um estudante que trocou de horário e revelou porque: “Ninguém é doido de contrariar as ordens dos bandidos, pois sabe que pode morrer de graça”.

 

Grupos organizados lutam pelo domínio do tráfico em João Pessoa:

O secretário estadual de Segurança Pública, Gustavo Gominho, admitiu na tarde desta quarta-feira 10 que a grande quantidade de mortes que estão acontecendo em João Pessoa nos últimos dias são financiadas pelo tráfico drogas e que as ordens para as execuções estão vindo de dentro dos presídios.

“É uma briga entre grupos organizados pelo domínio do tráfico de drogas em áreas da Capital”, afirmou.

A declaração Gominho foi feita durante entrevista coletiva concedida na tarde de hoje na sede da secretária de Segurança, localizada no Bairro de Mangabeira, para anunciar uma série de ações que serão desenvolvidas pelas polícias Civil e Militar no combate à criminalidade.

O secretário revelou que já tem os nomes dos mentores, que são presidiários, faltando apenas identificar os executores, bandidos que estão em liberdade, o que deve acontece nos próximos dias.

Gominho disse também que depois de identificar a ação, montou um plano de operações que se dividiram em três frentes de atuação: “primeiro irá desarticular as quadrilhas; segundo realizará um trabalho de prevenção ostensiva, que acontecerá em forma de blitz nas periferias e bairros nobres da Capital; e por fim executará uma operação que não pode revelar, mas que será desencadeada nos próximos dias, onde deverão ser identificados e presos os executores”. 

Lembrem, isso é apenas o começo! Se a situação não for combatida de início, a qualidade de vida tão pregada como marca de João Pessoa vai para o beleleu.


João Pessoa: o assassino da moto preta

22 Maio, 2009

Nestes últimos meses, incluindo a ano passado alguns assassinatos tem chamado a atenção dos mais atentos aqui em João Pessoa e região. Há sempre pessoas que usam uma moto preta para matar pessoas específicas. Não roubam nada e muitos não são pessoas abastadas. 

Hoje, aconteceu mais um crime destes:

Passados alguns dias em que a grande João Pessoa registrou quatro assassinatos em plena luz do dia, mais uma pessoa foi executada, desta vez logo após o meio dia e próximo ao Fórum Civil da Capital, na Avenida João Machado.

O assassinato foi praticado por dois homens não identificados que se aproximaram de Mago em uma moto preta.

A vítima, inicialmente identificada apenas por Mago, ainda tentou fugir quando percebeu que seria assassinato, mas foi baleado nas costas por um dos motoqueiros e ao cair foi atingido mais duas vezes, na mão e na cabeça.

A probabilidade de que seja acertos de contas é muito grande. A problema é que não se sabe bem qual seja o motivos e se os assassinatos tem motivos similartes. É possível, por exemplo, que seja mortes por dívida de drogas, haja vista o crescente tráfico, uso e apreensão de crack na região metropolitana. O blog já vem alertando sobre isso e sobre a necessidade de combate urgente e agora que está no início.

Mortes deste tipo é uma afronta grave a todo o sistema de justiça da sociedade. Trata-se de julgamento e execução de sentenças, o que por isso só já é uma afronta, e por fim a execução com pena de morte. O Que é proibido no País. 

Alguns podem pensar que são apenas bandidos matando bandidos ou algo parecido. Mas a polícia e a sociedade não pode fazer vista grossa, pois isso só fartalecerá essas pessoas que atuam na surdina e matam sem medo da justiça.

Os casos parecem soltos, mas a presença de bandidos em moto preta mostra algum tipo de ligação entre elas. Onde está a nossa polícia científica? Onde está os poderes constituídos que levam tapas na cara a cada morte deste tipo?

Mais uma vez: quanto mais cedo o combate melhor será nosso futuro. Organizações criminosas paralelas ao estado não podem se instalar na Paraíba.


Polícia atua no combate ao tráfico na PB

1 Maio, 2009

As ações são louváveis e não podem parar, pelo contrário deve aumentar. VEjam esta clipagem sobre as últimas notícias relacionadas ao avanço do Crack em João Pessoa e Paraíba.

Policiais do Grupo de Operações Especiais da Polícia Civil (GOE) prenderam, na manhã desta quinta-feira (30) no bairro do José Américo, Girleide de Luna Freire, de 29 anos. Com ela foram apreendidos aproximadamente 100g de crack.

Segundo o delegado, Girleide já estava sendo investigada há alguns dias e foi pega em flagrante logo após tentar comercializar a droga em um cemitério do bairro. “Acreditamos, inclusive, que ela tenha envolvimento com a quadrilha da qual prendemos um homem e apreendemos dois menores esta semana”, explicou.

A droga foi encaminhada para o Instituto de Polícia Científica (IPC) e Girlene autuada em flagrante por tráfico de drogas.

Na última segunda-feira (27), uma operação realizada por policiais do GOE resultou na prisão do motorista de transporte alternativo Edson Santiago Pereira, 42 anos, e na apreensão de dois adolescentes, de 17 anos. Uma metralhadora também foi apreendida.

Uma ação da Polícia Militar prendeu um jovem de 23 anos acusado de ser o maior traficante de drogas da comunidade de Manguinhos, em Cabedelo. Segundo informações do Major Jerônimo, que coordenou a prisão, apesar da pouca idade, Wagner da Silva Miranda já tinha um carro, uma moto e construía uma “mansão que não é todo senador que tem” na praia de Camboinha. 

A prisão foi fruto de uma ação do Serviço de Inteligência da 4ª Companhia do 1º Batalhão da Polícia Militar. O major revelou que Wagner ocupou o espaço deixado pelo criminoso conhecido como Gaynão, que foi preso e posteriormente assassinado e que aterrorizava a região. Segundo o militar, os moradores de Camboinha também agradeceram muito a ação policial. 

“O povo já vinha reclamando dele há uns trinta dias. Diziam que ele era muito arrogante e que estava arregimentando os jovens e levando para o mau caminho”, contou o major Jerônimo. Além de Wagner, foram presos na ação também Fabíola Pereira da Silva, de 25 anos, e Vânia Maria da Silva, de 37.

Wagner, que é desempregado, afirmou que trabalhava fazendo transporte alternativo e que era daí que vinha seu dinheiro. No entanto, com ele foram apreendidos aproximadamente 200g de crack, R$ 5.283 em dinheiro, R$ 5.041 em cheques, mais R$ 539 reais em dinheiro com Vânia e uma balança de precisão.

Além disso, um videogame, dez cartões de recarga de telefonia móvel, oito aparelhos de telefones celular de três marcas e uma câmera digital também foram apreendidos com os acusados. A polícia acredita que estes objetos podem ter sido usados como forma de pagamento na compra de droga por viciados.

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A Polícia Federal prendeu três pessoas acusadas de tráfico de drogas na tarde desta quinta-feira, dia 17, em João Pessoa. Os policiais apreenderam dois quilos de cocaína em forma de “crack” e duas escopetas e uma metralhadora com a logomarca da Força Aérea Brasileira (FAB). A operação foi resultado de meses de invetigação.

Os acusados de tráfico e assaltos são: Ozivaldo do Nascimento Silva, 33 anos; Alexsandro Avelino da Silva, 31 anos; e Nivaldo do Santana de Figueiredo, 40 anos.

Primeiro, os policiais federais prenderam Ozivaldo e Alexsandro no bairro do Valentina Figueiredo por volta das 17 horas. Duas horas mais tarde foi prespo Nivaldo no conjunto Ernesto Geisel.

Além da droga e das armas, os federais apreenderam um veículo tipo Ipanema de placas MNG-3780 – João Pessoa/PB; um veículo tipo corsa de placas MNS-4225 – Santa Rita/PB; 170 (cento e setenta) cartuchos de calibres diversos como: 9mm, 40 e 380; 40 cartuchos calibre 12 e telefones celulares.

Os acusados foram autuados em flagrante e indiciados nos artigos 12 da Lei 6368/76 (tráfico de drogas); 16 da Lei 10.826 (ter em depósito e ocultar armas e munições de uso restrito) e art. 288 c/c o art. 29 do Código Penal Brasileiro (quadrilha ou bando). Eles foram levados à Superintendência da Polícia Federal em João Pessoa e deverão ser encaminhados ainda nesta quinta-feira para presídios da Capital.

 

Veja uma entrevista de Luiz Couto sobre o caso, ele já estava alerta desde 2003!Pelo ar, pela terra e pelo mar. Os narcotraficantes já dominam todos os caminhos da Paraíba e fazem da BR-230 a espinha dorsal da distribuição da droga para o Nordeste. Muito mais do que simples rota do tráfico, o Estado está se tornando também um dos grandes produtores de maconha, cocaína e crack. Os indícios da existência de laboratórios usados na produção de drogas foram revelados ao deputado federal Luiz Couto (PT) durante a CPI do Narcotráfico realizada na Assembléia Legislativa há cerca de dois anos.

 

 


Crack anda a solta em João Pessoa. É hora de cambater.

6 Abril, 2009

Duas notícias de hoje mostra bem como está o avanço do crack na capital paraibana. Numa a PF prendeu 24 Kg de crack noutra a PM prendeu 7 KG

 

Agentes da Polícia Federal, em João Pessoa, prenderam três pessoas, entre elas uma mulher, acusadas de tráfico de droga. Com o trio foram apreendidos mais de 24 quilos de cacaína, em forma de crack.

A apreensão aconteceu no início da tarde deste domingo, no Bairro de Jaguaribe, na Capital, quando o grupo foi surpreendido por agentes da PF. Não houve reação.

Com o grupo foram apreendidas duas caminhonetas brancas, sendo uma Strada Fire, Fiat, placas MYJ-4325-RN/São Gonçalo do Amarante; uma Picape Corsa ST, GM, placas MYP-2080-PB-Itabaiana e uma moto Twister, Honda, placa MNI-8491-PB-João Pessoa.

Também foram apreendidas duas balanças de precisão, um forno micro-ondas, uma espingarda calibre 12, duas pistolas 380, três revólveres 38, um facão, cinco aparelhos celulares e cerca de R$ 58 mil, em espécie.

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O flagrante foi desencadeado após vários meses de investigações do Setor de Entorpecentes da Polícia Federal na Paraíba. Os presos encontram-se na sede da Superintendência da Polícia Federal à disposição da justiça e serão encaminhados a um dos presídios desta Capital.

Outro dia Ravi Ramos Lacerda, o jovem ator de filmes renomados como Abril despedaçado, foi preço por rouba. Segundo informações para comprar drogas…

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É o dinheiro que está atraindo cada vez mais jovens para o tráfico. Aliado a isso há um avanço substancial do mercado, haja vista que cada vez mais os pontos de drogas se multiplicam. O futuro é um quadro horrível que parece estar se desenhando…. mais e mais viciados, mais e mais pessoas vendendo e mais e mais pessoas formando grupos armados que matam devido a dávidas. Aliado a isso há a formação de grupos de extermínio…

As autoridades precisam se manifestar urgentemente

Há que se combater desde o início. 

Políticos e mídia acordam para a escalada do crack na Paraíba

Traficantes usam o crack para gerar vício mais cedo

Crack se espalha e já assusta o Nordeste

O mapa do tráfico em João Pessoa