Folia de Rua 2010 – Programação – João Pessoa

1 fevereiro, 2010

Dia: 5 de Fevereiro (Sexta-feira)

Abertura Oficial com Os Blocos
Filiados da Associação Folia de Rua.

Palco Principal:
Local: Centro Historico – Concentração: 19hs.

Show: Alceu Valença + Renata Arruda + Diana Miranda
+ Beto Brito + Gracinha Telles + Paulo Ditarso + Ragina Braw
+ Lis Albuquerque + Anair Claro + Jairo Madruga e Orquestra
de Frevo Parahíba POP.

Blocos que fazem a Abertura no Centro:

Bloco Folia Cidadã
Local: Porto do Capim – Centro.
Concentração: 17hs.

Bloco Anjo Azul
Local: Ao Lado da Faculdade de Direito – Centro.
Concentração: 18hs.

Bloco do Pinguim
Local: Pavilhão do Chá – Centro.
Concentração: 19hs.

Picolé de Manga
Local: Cordão Encarnado – Varadouro.
Concetração: 19hs.

Confete e Serpentina
Local: Praça Dom Úlrico – Centro.
Concentração: 19hs.

Bloco da Limpeza
Local: Ponto de Cem Réis- Centro
Concentração: 19hs.

Dia: 6 de Fevereiro (Sábado)

Bloco dos Atletas
Local: Av. Epitácio Pessoa – Praia de Tambaú.
Concentração: 18hs.

Bloco Dixmantelados do Cristo
Local: Rua: Ranieire Mazile – Bairro do Cristo.
Concentração: 19hs.

Bloco Eternamente Flamengo
Local: Principal dos Funcionários II – B. dos Funcionários II
Concentração: 19hs.

Bloco Virgens de Mangabeira
Local: Mangabeira por Dentro – Mangabeira.
Concentração: 19hs.

Bloco Tambiá Folia
Local: Avenida Principal – Bairro de Tambiá
Concentração: 19hs.

Bloco Amoringa dos Bancários
Local: Avenida Principal – Bairro dos Bancários.
Concentração: 19hs.

Bloco Agitada Gang
Local: Av. Epitácio Pessoa – Praia de Tambaú.
Concentração: 16hs.

Bloco As Piabas
Local: Feirinha de Tambaú – Praia de Tambaú.
Concentração: 19hs.

Dia: 7 de Fevereiro (Domingo)

Bloco As Virgens deTambaú
Local: Av. Epitácio Pessoa – Praia de Tambaú.
Concentração: 18hs.

Bloco dos Imprensados
Local: Av. Cabo Branco – Praia de Cabo Branco.
Concentração: 16hs.

Bloco Viúvas da Torre
Local: Av. Carneiro da Cunha -Bairro da Torre
Concentração: 18hs.

Dia: 8 de Fevereiro (Segunda-feira).

Bloco da Melhor Idade
Local: Busto de Tamandaré – Praia de Tambaú
Concentração: 17hs.

Dia: 9 de Fevereiro (Terça-feira)

Bloco Portadores da Folia
Local: Av.Cabo Branco – Praia de Cabo Branco.
Concentração: 16hs.

Bloco Unidos do Castelo
Local: Av. Principal do Bairro – Castelo Branco.
Concentração: 19hs.

Bloco 25 Bichos
Local: Principal de Jaguaribe por Dentro – Jaguaribe.
Concentração: 19hs.

Bloco Baratas dos Bancários
Local: Av. Principal dos Bancários -Bancários.
Concentração: 18hs.

Bloco Acorde Miramar
Local: Av. Tito Silva/Praça das Muriçocas – Miramar
Concentração: 22hs.

Dia: 11 de Fevereiro (Quinta-feira)

Bloco Galo do 13 de Maio
Local: Praça Assis Chateuaubriand – 13 de Maio
Concentração: 18hs.

Bloco Canto do Teteu
Local: Principal de Jaguaribe por Dentro – Jaguaribe.
Concentração: 19hs.

Bloco Cordão do Frevo Rasgado
Local: No final da Av. Manaíra – Manaíra
Concentração: 19hs.

Dia: 12 de Fevereiro (Sexta-feira)

Bloco Cafuçu
Local: Ponto de Cem Réis – Centro
Concentração: 18hs.

Bloco Elefante da Torre
Local: Av. Principal do Bairro – Torre
Concetração: 19hs.

Dia: 13 de Fevereiro (Sábado)

Bloco Boi do Bessa
Local: Golfinho Bar – Praia do Bessa
Concentração: 13hs.

Bloco As Peruas do Valentina
Local: Av. Principal do Bairro – Valentina
Concentração: 15h30m.

Bloco Urso Gay
Local: Mangabeira por Dentro – Mangabeira.
Concentração: 19hs.

Dia: 10 de Fevereiro (Quarta-feira)

Bloco Muriçocas do Miramar

Foi colocado a programação do Folia de Rua, mas esquecemos que o bloco das Muriçocas não faz parte do Folia, oficialmente. Ele irá sair sim!!!

Visitem o site do Bloco.


Verão em João Pessoa – Estação Nordeste 2010

9 janeiro, 2010

Confiram:

JANEIRO 2010
Estação Nordeste – Praia de Tambaú (Sábados)
02/01 – Jorge Benjor / Exodus Reggae Band
09/01 – Zé Ramalho / Paulo Vinícius
16/01 – Mutantes / Cabruêra
23/01 – Daniela Mercury / mestre Fuba
30/01 – Gilberto Gil / Escurinho

Estação Nordeste – Ponto de Cem Réis (sextas-feiras)
08/01 – Paulinho Moska / Eleonora Falcone
15/01 – Pinduca / Zabé da Loca / Cortejo de Tribos Indígenas
22/01 – Pitty / Bárbara
29/01 – Ray Lema / Adeildo Vieira / Caiana dos crioulos


O duplo reveillon e a farra do poder

1 janeiro, 2010

Um dia ele acordou e viu que não tinha palco nem palanque para subir quando da maior festa dos povos da humanidade. Aí se deu conta que tinha o poder lhe dado pelas regras democráticas e percebeu que: se eu não tenho reveillon para ir, posso montar um para mim. Faço uma grande festa, terei meu palanque e ganharei a mídia.

Assim acordou num dia destes nosso rei (ops) governador José Maranhão. E João Pessoa teve duas festas de fim de ano. Algo inigualável. Só faltou Lula fazer uma festa aqui também. Seria ótimo para divulgar a sua candidata sucessora. Não acham? E o paraibano teria três festas, muitas opções para ir.

E assim foi feito. Como previsto, a festa de Maranhão teve muito mais pessoas que a da Prefeitura. Se fosse para disputar público, o prefeito teria contratado qualquer outra banda de apelo popular. Mas a questão não é por aí. Foram festas diferentes, para públicos, estilos e gostos diferentes. O problema está no que foi colocado acima, a festa de Maranhão, da pessoa, e a festa da prefeitura, da instituição. Foi isso que vimos na virada de 2009-2010 em João Pessoa.

Todos na cidade aproveitaram bem as festas, do seu modo e com seu gosto, mas todos também sabem que Maranhão fez a festa apenas como uma forma de afrontar e mostra que é melhor (só porque traz mais público para uma FESTA) que o prefeito. Quem esteve na cidade nesse último mês sabe que foi assim e sabe que uma gestão pública não se pode guiar por tais referências. Ninguém vota em quem faz a festa mais bonita, isso é picuinha e das grandes com dinheiro público. Como toda ação pode ter vários sentidos e objetivos, pelo menos o público que foi teve a oportunidade de curtir sua banda preferida do jeito que quis. Agora vamos para a festa do próximo rei, o rei momo.


O combate à violência na PB

18 dezembro, 2009

É verdade que estamos sem postar faz algum tempo. Inclusive não deu tempo para colocar o post de passagem de 1 ano do Blog. Mas, hoje, não poderíamos deixar essa notícia passar em branco. Haja vista que este blog vem falando desde o início sobre o avanço do Crack e da violência associada em João Pessoa e Paraíba. Deste modo é com louvor que recebemos a notícia de que um órgão integrado vai trabalhar a questão da violência em JP e PB.

Mais uma vez o prefeito da Capital sai na frente, porque está de olha no futuro.

Durante solenidade no auditório do Paço Municipal nesta quinta-feira (17), a Prefeitura de João Pessoa (PMJP) oficializou a implantação do Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGIM), órgão que terá como objetivo agregar os diversos setores da segurança pública no Estado e Município, com a finalidade de adotar estratégias para o combate à violência e à criminalidade.

O professor Rubens Pinto Lyra foi empossado como secretário executivo do Gabinete. A solenidade teve a presença do vice-prefeito Luciano Agra e representantes das polícias Civil, Militar, Federal e Rodoviária, além da Guarda Municipal e associações.

As corporações com a responsabilidade de capitanear as questões referentes à segurança do Estado vão, a partir de agora, trabalhar de forma conjunta, segundo Rubens Pinto Lyra. Ele adiantou que a corporação sistemática entre os órgãos que trabalhavam separadamente ou coordenados em determinadas ocasiões é uma necessidade atual no combate ao crescimento da violência.

“A institucionalização de órgãos que atuam na área da segurança pública é algo fundamental. Na atualidade, o Governo Federal, através do Ministério da Justiça, está convocando os municípios para que tomem parte deste dever e assim estamos fazendo”, comentou.

Com o GGIM será possível a implantação e execução de estratégias comuns de prevenção à violência e à criminalidade entre município e estado. De acordo com o vice-prefeito Luciano Agra, o papel do município é fundamental na construção da segurança.

“Junto ao GGIM, a sociedade também vai ser conclamada a participar destas ações. O novo órgão atende ao contexto de uma nova política de segurança pública, adotada com pleno respaldo do Governo Federal, que torna, pela primeira vez, através do Programa Nacional de Segurança Pública e Cidadania (Pronasci), o município protagonista de destaque nessa área”, conclui.

Será através de reuniões constantes entre os representantes da Segurança Pública da Paraíba, corporações, Ministério Público, Defensoria Pública e representantes da sociedade civil organizada, que o GGIM deve trabalhar. O órgão vai dispor de um Observatório de Segurança Pública, ao qual caberá organizar e analisar os dados sobre violência a criminalidade local a partir das fontes públicas de informação, bem como monitorar a efetividade das ações de segurança pública no município.


CRACK – a morte ronda João Pessoa e o Nordeste

18 novembro, 2009

Segundo reportagem do JPB o crack é consumido ou já foi consumido por 2% da população de João Pessoa. É o pouco alarmante. Este blog desde o início de sua operação há um ano alertava o surto de consumo de crack na Paraíba. É assustador. Precisamos urgentemente da atuação do poder público em vários segmentos, que vai da prevenção até o tratamento.

Abaixo colocamos os vídeos sobre a série de oito reportagens do JPB sobre o avanço do crack no Nordeste e na Paraíba. Valem a pena ver, não podemos deixar de lado. Este blog já mostrou em post anterior que o crack é o centro nervoso do aumento da criminalidade da Paraíba. Combater o crack é garantir segurança pública e saúde a população. Não queremos ver zumbis humanos como na cracolândia em São Paulo.

Vejam o post. Toda esta violência tem um centro nervoso, uma espinha dorsal que se chama CRACK. Trata-se de droga de baixa qualidade e preço, sendo aquela que possui os efeitos mais nocivos a saúde e a família. Ainda, é uma droga de fácil dependência, sendo seu vício extremo. Esta droga invadiu a Paraíba nos últimos anos, com o apoio de pessoas de outros estados.

Valorizamos a reportagem da Tv cabo Branco, é a grande mídia acordando para um problema gravíssimo. Temos a vantagem de poder combater no início, não podemos perder essa oportunidade em meio a escuridão atual e apagão futura, se nada ocorrer.

Primeiro vídeo

Segundo vídeo

Terceiro vídeo

Quarto vídeo

Quinto vídeo

Sexto vídeo

Sétimo vídeo

Oitavo vídeo


Olho por olho, dente por dente? Caso misterioso em João Pessoa

13 setembro, 2009

Caso misterioso em João Pessoa. O vendedor de automóveis Laerte de Oliveira dos Santos Filho foi morto a tiros por quatro homens. Tudo indica que foi morte por encomenda. Mas diferente do que vinha acontecendo na cidade, não houve participação do assassino da moto preta.

A polícia trabalha com algumas suspeitas. A mais forte indica um possível envolvimento entre Laerte e o ex-prefeito e atual vereador de Caaporã, Manoel Antônio dos Santos, de 67 anos, que foi preso na noite da sexta-feira em João Pessoa acusado de receptação e porte ilegal de arma.

Informações preliminares dão conta de que o carro que o ex-prefeito usava quando foi preso teria sido passado a ele por Laerte. A Polícia ainda investiga outras ligações entre os dois.

Entenda a prisão do vereador:

O ex-prefeito e atual vereador de Caaporã, Manoel Antônio dos Santos (67 anos), foi preso na noite desta sexta-feira (11) em João Pessoa acusado de receptação e porte ilegal de arma.

Ele estava em um Uno preto, em frente ao campus da Universidade Federal da Paraíba, quando foi abordado por policiais, que investigam agora a procedência do carro em que ele estava.

No momento da prisão ele estava com um revólver, o que é proibido por lei e desrespeita a legislação vigente sobre o porte de armas.

Manoel do Fumo, como é conhecido o parlamentar, foi enviado à Central de Polícia e permanece sob custódia policial. Ele está em uma cela especial, mas ainda não se sabe para onde ele será enviado.

Esse tipo de criminalidade é assustador e relembra tempos passados que parece que não foram. Você não sabe mais com que tipo de pessoa esta interagindo seja numa fila, no trânsito, na rua ou em qualquer lugar. O pior são as pessoas que vivem de matar os outros. As investigações devem ser feitas, mas já temos um desafio para a Polícia da Paraíba, que ainda deixa muito a desejar, e uma marca negativa para o Estado.


Segurança pública em pauta. Até que enfim!

27 agosto, 2009

Nesta quarta-feria deputados da Paraíba discutiram, e feio, sem rumo e só com acusações, os problemas graves por que passa nosso estado no que tange a segurança pública. Neste blog já vimos vários posts sobre o avanço significativo do tráfico e consumo de crack no Estado. Além disto, há um aumento dos homicídios, com cada vez mais requintes de crueldade e toque de encomenda. Moto preta, menino carbonizado, invasão de casa para matar por encomenda etc.

Trata-se de um estado muito grave que demanda ação policial planejada e com setores de inteligência ativo. Além de políticas socias de geração de renda. Não se pode deixar essa assunto passar em branco, quando mais cedo o combate melhor os resultados. Essa máxima deve ser levantada com princípio na segurança. Diante disso tudo a discussão na Assembléia foi positiva por trazer o assunto à tona na Casa que deve bem debatê-lo. Mas não deve reduzir o debate a uma troca de acusações sem futuro.

Tragam-se números, projetos, idéias, comissões para debates. Cobrar é o primeiro passo, mas temos que avançar e muito. Incluindo a colocação desse tema com um dos grandes assuntos da eleição de 2010. A paraíba não pode mais esperar, senão até bala perdida, estado paralelo já estarão firme e forte num estado que vende a tranquilidade como aspecto do turismo e que é um dos estados mais pobres. Esses são apenas argumentos pragmáticos para um tema que deve ser sempre combatido pelo qualidade de vida e bem estar social.

Por favor, não vamos tratar um assunto deste como um tema político stricto senso. Vejam como foi o debate na Assembléia:

As bancadas de situação e de oposição na Assembleia Legislativa da Paraíba voltaram a bater boca na tarde desta quarta-feira (26) e o mote foi mais uma vez o problema da segurança pública no Estado e os alarmantes índices de criminalidade que vêm sendo registrados. O deputado estadual Zenóbio Toscano (PSDB) disse que o governador José Maranhão (PMDB) “não disse para que veio até agora”, mas o situacionista Gervásio Filho (PMDB) reagiu e disse que o Governo vem arrumando a casa.

Zenóbio é extremamente enfático ao falar sobre a segurança pública paraibana. “Nunca se matou e nunca se assaltou tanto na Paraíba como nestes últimos meses. Mas ainda assim nós não vemos ações efetivas da Secretaria de Segurança Pública para amenizar o problema”, disparou.

Especificamente sobre Gustavo Gominho, ele criticou uma declaração recente do secretário, quando disse que as coisas estavam ruim, e que ainda iriam piorar mais. “Que mensagem otimista é esta para a população paraibana? Está na hora então de se fazer alguma coisa para evitar esta situação”, destacou, criticando o que ele chamou de “paralisia” do Governo. “Já são sete meses de gestão e até agora nada”, completou. LEIA MAIS>

Mais um caso impactante. Agora a própria polícia é acusada. Esse é só mais um item para mostrar a complexidade da questão. Policiais são acusados de estuprar e matar flanalinhas.

Na madrugada desta quinta-feira (27) uma flanelinha disse ter sido abusada sexualmente por policiais militares e um outro flanelinha foi encontrado morto no Bairro das Indústrias. Neste caso, os suspeitos de praticar o crime também são policiais.

A flanelinha identificada como C.C.J.S, de 20 anos, disse ter sido estuprada quando estava na orla do Cabo Branco, em João Pessoa, quando três policiais, que estavam numa viatura a abordaram e a violentaram dentro do carro da polícia.

A denúncia foi feita na 3ª Delegacia Distrital, que está investigando o caso. A mulher vai passar por exames no Departamento Médico Legal de João Pessoa. Segundo a Polícia, no horário que a vítima informou ter sido abusada não havia nenhuma viatura naquela área.

Outro crime envolvendo policiais e um flanelinha foi registrado na 1ª Delegacia Distrital da Capital. O corpo do flanelinha Jailson Laurentino dos Santos, de 19 anos, foi encontrado por volta das 5h da manhã no Bairro das Indústrias, em João Pessoa.

A vítima estava com as mão amarradas e sem os olhos. Segundo familiares, Jailson foi visto pela última vez na companhia de policiais. Ele estava desaparecido desde a última segunda-feira (24).


Buracos na cidade: parceria entre Prefeitura e CAGEPA

30 julho, 2009

Já estava para escrever um post sobre os buracos que visivelmente estão tomando conta das ruas de João Pessoa. Neste inverno diferente dos anos anteriores houve um aumento sensível dos buracos nas ruas, pode ter havido um descuido das autoridades em tomar medidas preventivas, possa ser que o asfalto já perdeu seu tempo de “garantia”, o que configura descuido do mesmo jeito, e possa ser que as eleições do ano anterior e a mudança de governo no estado tenha atrapalhado a manutenção de serviços cotidianos.

Apesar destas especulações, o fato é que os buracos estão visíveis em vários bairros e ruas da cidade, passou até a ser tema de boca a boca e dos jornais. Como sempre a mídia discutindo de quem é a responsabilidade, da prefeitura ou da CAGEPA. Para mim há uma parceria entre prefeitura e CAGEPA para deixar a cidade cheia de buracos. Em comparação a nos anteriores é nítido que a prefeitura não agiu a tempo e com força para tapar os buracos, tendo que agir em cima da hora. Veja esta notícia.

Por seu turno, a CAGEPA vem fazendo buracos pela cidade para cuidar da rede de água e esgoto, só que faz o buraco, demora muito tempo para terminar o serviço, e quando fecha o buraco, faz um serviço mal feito. Aqui mesmo perto de casa há uma buraco em que colocaram uma “faixa” dizendo que era o buraco da CAGEPA. Perto da integração há um, perto do Juliano Moreira há outros que a CAGEPA não fez o serviço como deveria.

Ou seja, a parceria entre prefeitura e CAGEPA está dando certo e deixando as ruas da cidade cheia de buracos. Só que agora esta parceria tácita pode virar uma parceria formal. A CAGEPA mandou o ofício e divulgou no site do governo, que com base em entendimentos verbais anterior deseja montar um Plano de Ação Conjunta entre as duas entidades. Veja aqui o ofício. Como se vê a parceria agora é para tapar os buracos e sanar os problemas da antiga parceria.

Esperamos que esta nova parceira dê frutos. É clara a responsabilidade das duas entidades neste episódio. A falta de prevenção por um lado e o serviço mal feito pelo outro. Agora é esperar.


Caso Elisa. Ex-secretária prova que estava dentro da lei

23 julho, 2009

Primeiro, vamos relembrar e entender o caso.

No ano de 2008, o jornalista Clilson Júnior apresentou denúncias em seu Blog sobre uma suposta irregularidade na contratação da professora Elisa Gonsalves para desenvolver um projeto na Prefeitura Municipal de João Pessoa. A matéria intitulava-se “Marajá? Prefeitura de JP empenha 174 mil para ex-secretária da educação”. O portal ClickPB também veiculou a notícia, no dia 12 de julho de 2008: “Prefeitura de JP paga R$ 174 mil por curso de secretária demitida”.

A falsa notícia foi transformada em assunto do programa de propaganda eleitoral dos candidatos João Gonçalves e Francisco Barreto, que denunciavam um suposto favorecimento, já que a professora tinha exercido o cargo de Secretária de Educação do Município de João Pessoa.

Em 2009, o ClickPB noticiou: “Aníbal diz que já denunciou caso de Elisa ao Tribunal de Contas”, referindo-se ao deputado Aníbal Marcolino. No dia 31 de março de 2009, o ClickPB noticiou “Devolver dinheiro é assumir irregularidade da PMJP, diz Hervásio sobre caso de Elisa”, referindo-se ao vereador Hervásio Bezerra.

Deu uma rápida olhada no site Clickpb e blogdoClilson e não vi nada sobre a nota de Elisa, não houve nenhuma retratação ou sequer uma replicação da nota de Elisa.

Veja nota da Elisa:

JUSTIÇA APROVA TRABALHO DA PROFESSORA ELISA GONSALVES

Tribunal de Contas, Ministério Público e Fazenda Pública constataram que denúncias contra ex-secretaria de Educação do município de João Pessoas não procedem e afirmam “notória especialização” da professora.

A professora Elisa Gonsalves, ex-secretaria de Educação do Município de João Pessoa, intensifica com mais felicidade o seu trabalho de formação dos profissionais de educação. Sua felicidade se deve ao fato de que a Justiça se pronunciou em três instancias diferentes sobre as calunias que foram noticiadas sobre ela no último ano.

Denúncias feitas pelo blog do Clilson que a acusavam de ser marajá da educação municipal, e posteriormente usadas na campanha eleitoral de 2008, foram analisadas pela Justiça. Nenhuma irregularidade foi encontrada. A professora não recebeu R$ 174 mil nem devolveu dinheiro.

Ficou provada a inocência da professora Elisa em três instâncias diferentes da Justiça, a 7ª Vara da Fazenda Pública, o Tribunal de Contas e o Ministério Público.

O Juiz João Batista Vasconcelos, da 7ª Vara da Fazenda Pública, afirma em seu parecer: “à luz do que consta no contrato em questão, resta demonstrada a notória especialização da contratada, eis que seu trabalho é marcado por características individualizadoras, restando evidenciado que sua atividade é a mais adequada à plena satisfação do objeto do contrato”. Também destaca que a singularidade exigida na Lei é encontrada nas características que estão presentes na contratada, no caso a professora Elisa.

O Juiz conclui que a contratada, professora Elisa, “reúne uma excelência curricular, sendo singular no mercado, detentora clara de notória especialização, conforme corroboram os documentos acostados aos autos, preenchendo, assim, os requisitos exigidos legalmente para enquadrar-se na hipótese de inexigibilidade de licitação. Portanto, não há o que se falar em nulidade do Processo Administrativo”.

Prestígio e notória especialização

Em 25 de maio de 2009, o Ministério Público também se pronunciou sobre as denuncias. O Promotor de Justiça, Adrio Nobre Leite, promoveu o arquivamento do processo, que foi iniciado por um ofício do ex-vereador Severino Paiva. O Promotor afirma que “houve a confirmação do ajuste à legalidade, a partir da manifestação trazida pela auditoria realizada pelo Tribunal de Contas, inclusive com a constatação de que os valores percebidos pela professora não se destinaram somente à mesma, mas a uma equipe”.

O Promotor afirma que “a competição resta inviável, em virtude de estarmos diante de uma profissional habilitada à prestação de um serviço técnico especializado, consistente em treinamento profissional, por ser merecedora de prestígio e reconhecimento (notória especialização)”, o que tornou singular a referida profissional.

O Promotor afirma ainda que “não há, destarte, que se questionar a qualificação relevante da profissional tanto no mercado local quanto no âmbito nacional”.

Informada destas decisões judiciais, a professora Elisa disse que vai continuar processando por danos morais os responsáveis pela veiculação das falsas reportagens. “Os danos causados à minha imagem, ao meu trabalho e à minha saúde foram imensos. Infelizmente, até hoje tenho que lidar com comentários grosseiros. Mas sigo confiando na Justiça.


Estado Paralelo em JP. Onde estão nossas autoridades?

19 julho, 2009

O Blog já vem há alguns meses destacando o problema do tráfico de crack na região metropolitana de João Pessoa. Falar em crack é o mesmo que falar em vício (vejam a cracolância em São Paulo) em comércio ilegal, em formação de grupos armados, em estado paralelo, em mortes por encomenda, em Governo sem poder!

Esta realidade pode parecer longe da Paraíba, mas está cada vez mais perto. E a omissão do estado, da polícia pode marcar um futuro nebuloso para nossa população. Há de se combater o tráfico e o crack na raiz, quando se começa. Quanto mais cedo melhor, é como um câncer. Mas nossas autoridades não veem nem ouvem. Estamos abandonados??????

Mais uma vez, cadê nossas autoridades executivas, legislativas e judiciárias?

Vejam reportagem do Jornal O Norte.

A Constituição Federal cita, em seu artigo 144, que todo cidadão tem direito à cidadania, dignidade, vida, liberdade e à segurança. Esses princípios fundamentais é apenas uma utopia e fica apenas no papel se observada a triste realidade vivida por comunidades carentes de João Pessoa. A violência está tão enraizada na vida das pessoas que uma dessas comunidades foi denominada de Iraque pelos próprios moradores, numa referência ao país que há décadas vive em conflito com outras nações, principalmente, os Estados Unidos. O curioso é que a comunidade Iraque fica encravada numa área invadida a poucos metros da Central de Polícia e também do Comando Geral da Polícia Militar do 1º Batalhão. Apesar da proximidade, o tráfico na favela Iraque e as cenas de violência entre gangues é uma triste realidade. Em determinados locais, o poder paralelo do crime é tão forte que nem mesmo a polícia tem acesso porque controle imposto não tem limite.

Do alto de barreiras ouda laje das casas, os bandidos ditam leis e controlam, através de celulares, códigos e até rádio-escuta, a entrada e a saída de pessoas. Quando da aproximação da polícia os criminosos detonam fogos de artifícios para avisar os comparsas de que armas ou drogas devem ser escondidas como forma de evitar flagrantes.O poder paralelo faz com que os bandidos demarquem territórios, impondo terror à população e desafiando a segurança pública.

O bairro São José, anexo a Manaíra, outro local onde o poder de fogo dos criminosos é visível. No ano passado o então comandante da Polícia Militar, coronel Kelson Chaves, colocou câmeras em alguns pontos do bairro, mas o resultado não foi satisfatório. O São José tem um dos maiores índices de criminalidade de João Pessoa.

A Ilha do Bispo é outra comunidade muito afetada pelo alto índice crimes praticados por gangues que disputam pontos de distribuição de drogas. Há duas semanas a Polícia Militar realizou uma operação surpresa no bairro e foi recebida a bala por quatro bandidos. Houve reação dos policiais e um adolescente tombou morto.

Os moradores da comunidade Bola na Rede, vizinho ao Bairro dos Novais, vivem uma situação de medo e têm seus direitos de ir e vir suprimidos pelos bandidos.Os traficantes de drogas determinaram o ‘toque de recolher’ nas ruas da localidade após as 22h, sob de punição aos que desobedecerem.

Estudantes que frequentam escolas afastadas da Bola na Rede dizem que precisam andar em grupo no período noturno para pode voltar para casa. As casos de violência são muitos, mas ninguém da comunidade se arrisca a falar para não sofrer represálias.

Em meio a tanta violência, uma professora de 25 anos diz que enfrenta o risco de estar em sala de aula pelo prazer de ensinar crianças e adultos através do Programa Brasil Alfabetizado, do governo federal. Rosineide Leal Mota reside na comunidade Bola na Rede e todas as noite ministra aula na sede da associação de moradores para uma classe com 20 anos de diferentes faixas etárias.

Rosineide lembra que em pleno horário de aula já ouviu tiros disparados por gangues que disputam espaço para vender droga, mas ela diz que eles não pertubam as pessoas da comunidade. ” A guerra deles é com pessoas de outras áreas”, afirma a professora, acrescentando ser vocacionada para o exercício do magistério. A professora é noiva e acredita que quando casar não terá como continuar ensinando na comunidade, mas diz ter esperança de que a prefeitura de João Pessoa possa instalar uma escola no local.

Criminalidade avança na Paraíba: polícia é recebida a bala

Traficantes fazem estado paralelo em João Pessoa

Paraíba é rota do tráfico em larga escala


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