Um carnaval de surpresas: Avião cai, se parte em três e, de 135, 9 morrem

25 fevereiro, 2009

Este carnaval está marcado por algumas notícias bem surpreendentes. Primeiro foi o envolvimento da marçonaria em esquemas de corrupção, mostrando que até os mais insuspeitos não estão livres. Depois foi um menino que ver no escuro, criando desafios a ciência e a ética de pesquisas. Agora, é um avião que caiu na Holando, se partiu em três e perdeu um motor, uma asa e a cauda, mas nenhum dos 134 passageiros morreram. Sem falar na ditaBRANDA da Folha de SP, é pouco???

Veja:

Um avião da companhia aérea Turkish Airlines caiu nesta quarta-feira próximo ao aeroporto internacional de Schiphol, em Amsterdã (Holanda), com 127 passageiros, incluindo um bebê, e sete tripulantes a bordo. O voo saiu nesta manhã de Istambul, na Turquia, com destino a Amsterdã, na Holanda. De acordo com a Turkish Airlines, todos os ocupantes sobreviveram ao acidente. No entanto, algumas agências turcas afirmam que ao menos uma pessoa morreu.

As primeiras informações sobre o número de passageiros era de que 143 pessoas estavam a bordo. No entanto, em uma entrevista coletiva com o porta-voz da companhia aérea e autoridades turcas, foi divulgado que 134 pessoas estavam no avião.

“As autoridades insistem em afirmar que ninguém morreu. Alguns sobreviventes relatam que a parte traseira do avião teria sido atingida primeiro. Helicópteros e ambulâncias estão no local dando apoio para as equipes de resgate. A maioria das pessoas que estão no avião são turcas e alguns passageiros estão em estado de choque”, informa a correspondente da CNN no local.

De acordo com as autoridades locais, a maioria dos passageiros que estava na parte traseira do avião foi ferida, mas existem relatos de pessoas que não foram atingidas.

Sobreviventes relatam que a parte traseira teria sido atingida primeiro na queda
Cerca de 30 ambulâncias prestam socorro. De acordo com a CNN, autoridades da embaixada turca em Amsterdã se dirigem ao local do acidente para prestar atendimento.

Segundo a CNN, ao menos 80 pessoas foram retiradas do avião. Os bombeiros informaram à emissora que existe a possibilidade de outros sobreviventes estarem andando nos arredores do acidente.

Em entrevista por telefone à CNN, o sobrevivente Huseyin Sumer disse que viu o avião se partindo. “A aeronave se partiu em três pedaços. Nós queremos avisar as pessoas que a situação não é séria”. Equipes da Turkish Airlines também estão no local do acidente para prestar socorro.

Segundo a rede de TV CNN, o avião seguia de Istambul (Turquia) para Amsterdã. Ainda não há informações sobre o que pode ter causado o acidente.

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O futuro são possibilidades: Menino chinês ver no escuro.

24 fevereiro, 2009

Notícia bastante curiosa informa que um menino chinês pode ler e ver no escuro, assim, como os gatos. Inclusive o olho dele brilha. São notas como essas que revelam bem os limites da ciência e da compreenssão que temos do homem, da natureza e da sociedade. Por outro lado, já já algum médico ou centro de pesquisa vai querer criar uma pessoa geneticamente modificada para ser capaz de ver no escuro, vão querer sequenciar o gene desse menino e começar experiências com cunho ético questionável.

Onde chegaremos… em algum parecido com a novela mutantes da record, com o X-men… O futuro é uma grande incognita, mas o presente apresenta várias possibilidades….

Veja:

Habilidades especiais além das alcançadas pelo ser humano comum parecem não ser características apenas dos super-heróis em séries de quadrinhos. Por causa de uma doença rara, uma criança chamou a atenção no sul da China por ter a capacidade de enxergar perfeitamente no escuro, segundo os médicos que o examinaram em um hospital de Dahua. As informações são do diário britânico The Sun.

O menino, chamado Nong Youhui, consegue ler nas sombras assim como qualquer pessoa faz durante o dia ou com a luz acesa. Além disso, os olhos azuis de Youhui também brilham no escuro assim como os gatos. A característica parecida com a dos felinos lhe rendeu o apelido de “Cat boy” (“Menino-Gato”, na tradução do inglês), de acordo com o periódico britânico.

Os especialistas acreditam que o pequeno sofre com uma enfermidade chamada leucodermia, um mal que afeta a pigmentação dos olhos e deixa a visão sensível à luz. Para os médicos, a criança tem boas chances de se recuperar lentamente com um tratamento adequado.


Maçonaria envolvida em corrupção no TJ-MT

23 fevereiro, 2009

Está é uma daquelas notícias para se averiquar e que mancha a imagem e atuação de algumas bem cotadas na opinião pública. Mas serve também para mostrar que ninguém é imune…

CUIABÁ – Segundo relatório da Corregedoria do Tribunal de Justiça do Mato Grosso vários indícios apontam que o material usado na construção do Fórum de Cuiabá foi desviado para as obras realizadas no templo da Maçonaria GOE (Grande Oriente do Estado). A entidade é administrada por desembargadores, que segundo o relatório, já estariam envolvidos em outro esquema de desvio em uma cooperativa de crédito conveniada com a maçonaria. As informações são do jornal Folha de São Paulo. O relatório indica que foram desviados milhares de toneladas de material em pelo menos três ocasiões, além de terem sido compradas quantidades superiores ao necessário. Segundo a Folha, o TJ pagou por 12,8 mil m² de cobertura asfáltica e usou 6.715 mil m². Segundo o relatório, a movimentação financeira do templo maçônico, de acordo com dados da Receita Federal, não seria compatível com o tamanho da obra.


Folha de SP exerce a força da palavra: DitaDURA ou ditaBRANDA?

21 fevereiro, 2009

Saiu hoje no blog do Paulo Henrique Amorim. Folha de São Paulo chama a ditaDura brasileira de DitaBranda quando comparada a outras existentes em outros países. Para quem sabe que as palavras tem força, não por uma questão de energias místicas, mas porque sabe que falar é agir, que a palavra e a expressão constroi o mundo, constroi um mundo, sabe muito bem o significado de abrandar a dita “administração dura”. A palavra constroi o mundo porque é uma forma de ação, trata-se de um ato de fala. Estamos a todo tempo em nossas interações midiaticas ou não construindo nossa realidade e interpretando-as à vistas dos acontecimentos.

A ditabranda, como a folha diz, foi no mínimo um elogio velado a ditadura, uma mensão simpatica a uma “administração dura”, mas boa para o país, algo quem sabe até necessário. Diferente de outros países que partiram para a irracionalidade, nós apenas endurecemos, ou abrandamos, como um pai faz com o filho de vez enquando…. Realmente a folha desanda e para muitos mostra a máscara de um jornal que apoiava a ditadura com carros e se mostrava contra receitas na capa, como ela mesmo diz.

Como se vê estamos em plena disputa das palavras-ações com vistas a construir interpretações e entendimentos próprios do mundo. Quem vai ganhar essa luta…. Para onde vai a Folha… a cada dia mais decepcionante.

Veja os trechos postos por Paulo Henrique:

Saiu na Folha (*) de ontem:
Ditadura
“Golpe de Estado dado por militares derrubando um governo eleito democraticamente, cassação de representantes eleitos pelo povo, fechamento do Congresso, cancelamento de eleições, cassação e exílio de professores universitários, suspensão do instituto do habeas corpus, tortura e morte de dezenas, quiçá de centenas, de opositores que não se opunham ao regime pelas armas (Vladimir Herzog, Manuel Fiel Filho, por exemplo) e tantos outros muitos desmandos e violações do Estado de Direito.
Li no editorial da Folha de hoje que isso consta entre “as chamadas ditabrandas -caso do Brasil entre 1964 e 1985″ (sic). Termo este que jamais havia visto ser usado.
A partir de que ponto uma “ditabranda”, um neologismo detestável e inverídico, vira o que de fato é? Quantos mortos, quantos desaparecidos e quantos expatriados são necessários para uma “ditabranda” ser chamada de ditadura? O que acontece com este jornal?
É a “novilíngua”?
Lamentável, mas profundamente lamentável mesmo, especialmente para quem viveu e enterrou seus mortos naqueles anos de chumbo.
É um tapa na cara da história da nação e uma vergonha para este diário.”
SERGIO PINHEIRO LOPES (São Paulo, SP)
Nota da Redação – Na comparação com outros regimes instalados na região no período, a ditadura brasileira apresentou níveis baixos de violência política e institucional.

Saiu na Folha de hoje:

Ditadura
“Lamentável o uso da palavra “ditabranda” no editorial “Limites a Chávez” (Opinião, 17/2) e vergonhosa a Nota da Redação à manifestação do leitor Sérgio Pinheiro Lopes (”Painel do Leitor”, ontem). Quer dizer que a violência política e institucional da ditadura brasileira foi em nível “comparativamente baixo’? Que palhaçada é essa? Quanto de violência é admissível? No grande “Julgamento em Nuremberg” (1961), o personagem de Spencer Tracy diz ao juiz nazista que alegava que não sabia que o horror havia atingido o nível que atingira: “Isso aconteceu quando você condenou à morte o primeiro homem que você sabia que era inocente”. A Folha deveria ter vergonha em relativizar a violência. Será que não é por isso que ela se manifesta de forma cada vez maior nos estádios, nas universidades e nas ruas?”
MAURICIO CIDADE BROGGIATO (Rio Grande, RS)
“Inacreditável. A Redação da Folha inventou um ditadômetro, que mede o grau de violência de um período de exceção. Funciona assim: se o redator foi ou teve vítimas envolvidas, será ditadura; se o contrário, será ditabranda. Nos dois casos, todos nós seremos burros.”
LUIZ SERENINI PRADO (Goiânia, GO)
“Com certeza o leitor Sérgio Pinheiro Lopes não entendeu o neologismo “ditabranda”, pois se referia ao regime militar que não colocou ninguém no “paredón” nem sacrificou com pena de morte intelectuais, artistas e políticos, como fazem as verdadeiras ditaduras. Quando muito, foram exilados e prosperaram no estrangeiro, socorridos por companheiros de esquerda ou por seus próprios méritos. Tivemos uma ditadura à brasileira, com troca de presidentes, que não vergaram uniforme e colocaram terno e gravata, alçando o país a ser a oitava economia do mundo, onde a violência não existia na rua, ameaçando a todos, indistintamente, como hoje. Só sofreu quem cometeu crimes contra o regime e contra a pessoa humana, por provocação, roubo, sequestro e justiçamentos. O senhor Pinheiro deveria agradecer aos militares e civis que salvaram a nação da outra ditadura, que não seria a “ditabranda”.”
PAULO MARCOS G. LUSTOZA , capitão-de-mar-e-guerra reformado (Rio de Janeiro, RJ)
“Mas o que é isso? Que infâmia é essa de chamar os anos terríveis da repressão de “ditabranda’? Quando se trata de violação de direitos humanos, a medida é uma só: a dignidade de cada um e de todos, sem comparar “importâncias” e estatísticas. Pelo mesmo critério do editorial da Folha, poderíamos dizer que a escravidão no Brasil foi “doce” se comparada com a de outros países, porque aqui a casa-grande estabelecia laços íntimos com a senzala -que horror!”
MARIA VICTORIA DE MESQUITA BENEVIDES , professora da Faculdade de Educação da USP (São Paulo, SP)
“O leitor Sérgio Pinheiro Lopes tem carradas de razão. O autor do vergonhoso editorial de 17 de fevereiro, bem como o diretor que o aprovou, deveriam ser condenados a ficar de joelhos em praça pública e pedir perdão ao povo brasileiro, cuja dignidade foi descaradamente enxovalhada. Podemos brincar com tudo, menos com o respeito devido à pessoa humana.”
FÁBIO KONDER COMPARATO , professor universitário aposentado e advogado (São Paulo, SP)
Nota da Redação – A Folha respeita a opinião de leitores que discordam da qualificação aplicada em editorial ao regime militar brasileiro e publica algumas dessas manifestações acima. Quanto aos professores Comparato e Benevides, figuras públicas que até hoje não expressaram repúdio a ditaduras de esquerda, como aquela ainda vigente em Cuba, sua “indignação” é obviamente cínica e mentirosa.


A tumultuada posse de José Maranhão no governo da PB

19 fevereiro, 2009

Está descrição está no portal paraiba.com. Uma surpresa….

A posse do senador José Maranhão (PMDB) ocorrida ontem como novo governador do estado devido ao afastamento de Cássio Cunha Lima (PSDB) do governo foi marcada por um clima tenso, sabotagem e desorganização.

Pela manhã, na Assembléia Legislativa, deputados ligados ao grupo Cunha Lima tomavam a decisão de só empossar o novo governante nesta quinta-feira, 19, ao mesmo tempo em que impetravam uma medida cautelar junto ao Supremo Tribunal Federal, pedindo a realização de eleições indiretas.

A Assembléia realizou uma sessão ordinária, aparentemente marcada por declarações civilizadas entre maranhistas e cassistas, mas com o deputado Ricardo Barbosa(PSDB) a todo momento cobrando o ato de renúncia de Maranhão do Senado Federal. Condicionava a legalidade da posse mediante a apresentação de um documento que comprovasse a renúncia. Documento desnecessário, pois bastou a apresentação do diploma do TRE para que o senador tomasse posse.

A sessão solene, realizada logo após a sessão extraordinária, foi de marcada por pressão dos deputados peemedebistas, Trócolli Júnior, Gervásio Filho e Iraê Lucena sobre o vice-presidente da AL, Ricardo Marcelo(PSDB) para que iniciasse a sessão. Um detalhe: o funcionário encarregado da sonorização do plenário havia desaparecido com a chave da cabine.

A demora em começar a sessão provocou impaciência no público que ocupava as galerias e o plenário. José Maranhão e Luciano Cartaxo  já estavam em plenário aguardando a posse, enquanto deputados leais ao grupo Cunha Lima, que ainda permaneciam no recinto se retiravam.

– Comece a sessão assim mesmo, pressionava Trócolli a todo instante.

– Tenham calma, do contrário, eu vou embora agora mesmo, respondeu Ricardo Marcelo. Os assessores da mesa  diretora tinham dificuldade em chegar ao presidente da sessão devido a aglomeração de pessoas no plenário.

– A cabine de som está fechada e o funcionário ninguém sabe onde está, informou uma funcionária ao presidente.
 
– Então arrombem a porta a agora mesmo e liguem esse negócio! Ordenou Marcelo.

Ato contínuo se ouviu do plenário o barulho de arrombamento de porta, e som ligado. Marcelo iniciou a sessão anunciando as presenças das autoridades. Do plenário, várias pessoas gritavam:

– Cadê o arcebispo Dom Aldo Pagotto?

O arcebispo não fora para a posse, mas alguns padres se encontravam em plenário. O monsenhor Ednaldo Araújo se apresentou como representante da Igreja Católica, não como o enviado do arcebispo. Ao anunciar as presenças das autoridades, o clima político para 2010 tomou conta. Quando Ricardo Marcelo citou o nome do prefeito Ricardo Coutinho, que é do PSB, aplausos demorados. Depois,  quando citou o nome do prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital, que é do PMDB, os militantes do partido reagiram com mais aplausos e gritos de Governador!

O presidente Ricardo Marcelo foi pragmático e rápido no cumprimento do regimento interno, convocando os novos governantes para o juramento de praxe.

Após o juramento, Maranhão fez um discurso intercalado por aplausos, em que eleogiava o TRE, o Ministério Público Eleitoral e apontava o “descalabro do estado” e responsbailizando o grupo Cunha Lima. O discurso foi interoipido por uma ligação do presidente Lula para parabenizar Maranhão. Ao desligar o telefone, aplausos demorados para o governo e Lula.

Maranhão deixou a Assembléia e seguiu para o Palácio, que estava fechado, sem seguranças nas proximidades, pouca iluminação e com uma multidão impaciente que tentou invadir o Palácio. O novo governador entrou no Palácio embalado num rolo compressor  de pessoas que queriam também ingressar no local. Uma senhora foi pisoteada, o vidro do portão principal  quebrado, sem que os poucos policiais que estavam no local nada pudessem fazer.

Maranhão recebeu a faixa de governador da sua esposa, a desembargadora Fátima Bezerra, que também representava o TJ no momento no salão nobre do palácio, que estava sem cadeiras, pouca iluminação e lotado de seguidores. Dali mesmo, da janela do Palácio, Maranhão fez um discurso para a multidão que ocupava a praça, utilizando o microfone de um carro de som requisitado no final da tarde para o local. Aos poucos, a rotina do palácio foi retomada, policiais fardados apareceram, os funcionários começaram a servir água e o ar condicionado foi ligado. Maranhão se retirou para o gabinete com assessores próximos, enquanto a multidão se dispersava. Foi fim do caso FAC e início do terceiro governo de José Maranhão, que pela legislação atual, tem direito à reeleição.


Dança das cadeiras: secretários e deputados no novo governo da PB

19 fevereiro, 2009

Esses dias estão bem tumultuados na Paraíba, e principalmente em João Pessoa. Desde que o TSE cassou o Governador e colou o segundo no lugar, já houve comemoração, um mar de frases pirorescas e sem sentido do Ex-Governador e de Seu Primo, Arthur. Já na quarta de manhão várias pessoas se reuniam na frente do palácio do Governo saltando fogos e esperando algo acontecer… uma posse talvez.  Após a exoneração do secretariado e do primeiro escalão do governo realizada pelo governador interino Arthur Cunha Lima; o novo governador José Maranhão convocou um secretariado no susto, segundo ele. Por fim, os reflexos foram imediatos na omposição da assembléia. Agora vamos a dança das cadeiras:

Aúnica parlamentar convocada para compor o secretariado de José Maranhão foi Iraê Lucena (PMDB), que deixa a Assembleia Legislativa para assumir a Secretaria de Acompanhamento da Ação Governamental.

Para a sua cadeira entra o suplente de deputado Expedito Pereira (PSB), ex-prefeito de Bayeux e que em 2006. 

Percorrendo o caminho contrário, quatro deputados que estavam licenciados para trabalhar em secretarias de Estado voltam ao cotidiano parlamentar. Ruy Carneiro (PSDB) se desliga da Secretaria da Juventude, Esporte e Lazer; Aguinaldo Ribeiro (PP) sai da Secretaria de Ciência, Tecnologia, Recursos Hídricos e Meio Ambiente; Romero Rodrigues (PSDB) deixa a Casa Civil do Estado; e Assis Quintans (DEM) se despede da Secretaria de Infraestrutura.

Três suplentes agora ficam de fora da Assembeia: Biu Fernandes (DEM), Ricardo Barbosa (PSDB) e Ariano Fernandes (PSDB). O também suplente Pedro Medeiros (PSDB), por sua vez, continua no cargo por mais algum tempo, mas devolve o cargo assim que Fabiano Lucena (PSDB) retornar de licença médica.

Secretário Chefe do Governo: José Ricardo Porto
Secretário Executivo Chefe da Casa Civil: Elson Pessoa de Carvalho
Secretário Chefe da Controladoria Geral do Estado: Rui Bezerra Cavalcanti Júnior (acumula Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca)
Secretário da Comunicação Institucional: Regirlene (Lena) Rolim Guimarães
Secretário da Administração: Antônio Fernandes Neto (acumula Planejamento e Gestão)
Secretário das Finanças: Marcus Ubiratan Guedes Pereira
Secretário da Receita: José Pereira de Castro Filho (acumula secretaria executiva da Receita)
Secretário da Educação e Cultura: Francisco de Sales Gaudêncio (acumula Secretaria de Desenvolvimento Humano)
Secretário da Saúde: José Maria de França
Secretário da Segurança e da Defesa Social: Gustavo Ferraz Gominho
Secretário da Cidadania e Administração Penitenciária:Roosevelt Vita
Secretário de Acompanhamento da Ação Governamental: Iraê Lucena
Secretário da Infra-Estrutura: Francisco Jácome Sarmento (acumula Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente)
Secretário do Turismo e Desenvolvimento Humano: Edivaldo Dantas da Nóbrega
Comandante Geral de Polícia Militar do Estado da Paraíba:Marcos Antônio Jácome Soares de Cavalcante
Subcomandante Geral da Polícia Militar do Estado da Paraíba:Wilde de Oliveira Monteiro
Delegado Geral de Polícia Civil: Carromber Rodrigues de Oliveira
Defensor Público Geral do Estado da Paraíba: Fátima de Lourdes Lopes Correia Lima
Subefensor Público Geral do Estado da Paraíba: Marcos Antônio Gerbasi
Procurador Geral Adjunto do Estado: Ariano Wanderley da Nóbrega Cabral de Vasconcelos

Secretário Executivo da Secretaria da Receita: José Pereira de Castro Filho
Secretário Executivo da Secretaria da Segurança e da Defesa Social: Ramilton Sobral Correia de Morais
Secretário Executivo da Secretaria da Administração: José Job Sobrinho
Secretário Executivo da Secretaria da Cidadania e Administração Penitenciária: Maurício Souza de Lima
Secretário Executivo da Secretaria da Educação e Cultura:Emília Augusta Lins Freire
Secretário Executivo da Indústria e Comércio da Secretaria do Turismo e do Desenvolvimento Econômico: Edivaldo Dantas da Nóbrega
Secretário Executivo da Secretaria da Comunicação Institucional: Genésio Alves de Sousa Neto
Secretário Executivo da Secretaria da Juventude, Esporte e Lazer: Hilton Souto Maior Neto
Secretário Particular do Governador: Liliane Targino Belmont de Araújo
Assessor Particular do Governador: Idácio Alves Souto
Assessor Particular do Governador: Adriana Porpino Medeiros
Diretor Presidente da Paraíba Previdência-PBPrev: João Bosco Teixeira
Diretor Administrativo/Financeiro, da Paraíba Previdência-PBPrev: João Antônio Manoel


Jarbas: PMDB ficha suja ou ficha limpa

17 fevereiro, 2009

Luis Nassif publica hoje um post intitulado a Estratégia de Jarbas, demonstrando que pode haver ou houve deliberação por parte do político, de modo cooperativo ou não com outros Serristas para atingir o governo. Paulo Henrique Amorim vem perguntando, baseado no “senso comum da política”, porque Jarbas poupou certos PMDbistas  (diga-se de passagem Serristas como ele) em suas críticas, o que para a maioria não tem justificação. Com certeza há um jogo de interesses muito grande ao redor das declarações de Jarbas, sem pensar em suas intenções, sabe-se que tais declarações agora são públicas e viraram arma para todos os tipos de teses e justificativas de apoio, o certo é saber quem ganha com isso.

Ao criticar os PMDbistas Jarbas colocou-se do lado daqueles que não são corrupos e não pactuam com isto, além de mostrar sua desilusão com a política. Realmente trata-se de estratégia simplória-retórica. Colocar todos os políticos num saco só é uma coisa, que todo mundo faz, e chega nem ser novidade. Agora colocar os PMDB num saco só, essa foi a grande novidade de Jarbas. Entretanto todos viram logo de imediato o imacto negativo disto, pois o PMDB é disputado por ambos os lados PT e PSDB.  E aí, com quem iria ficar a maça podre? Como se ver o tiro nem saiu pela tangente, mas acertou em quem se viu e em quem não se viu. Se o alvo era prejudicar o governo, também prejudicou a oposição. 

É nesse momento que o próprio Jarbas, depois que viu o que falou, começa a especificar melhor a sua crítica-desiludida. Nesse jogo entra a mídia e os comentaristas tentando fazer aquela separação do joio e do trigo entre os PMDbistas. O próprio Jarbas fez isso, como bem mostra Nassif. Agora é a vez da mídia, que tirou o foco do PMDB e colocou no presidente. Você já deve ter visto a manchete: “Jarbas aponta para Lula, mas não indica corruptos” e outras parecidas. Começou o jogo, políticos do PMDB ficha limpa para o meu lado, politicos do PMDB ficha suja para o seu lado. E agora José….

Engraçado tudo isso… Agora vamos ver quem sai melhor na fita e consegue passar pelo crivo da grande mídia e da mídia alternativa. Começou a caçada aos políticos do PMDB! vamos devassar sua ficha e assim poder tachá-lo disso ou daquilo. Lembre-se, boa parte da grande mídia comprometida vai puxar os ficha limpa para o lado de Serra e os ficha suja para o lado do Governo. 

Não deixe de ler o post de Nassif! Vejam comentários de Alon.