Tremores de Terra atingem a Paraíba – Passa a ser área de risco

PB passa a ser área de risco de terremotos

A Paraíba poderá sofrer, novamente, as conseqüências de abalos sísmicos, cujos epicentros concentram-se na cidade de Taipu, no Rio Grande do Norte e agora é considerada integrante do roteiro oficial do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília como área de risco de terremotos.

Este ano já foram registrados dois tremores com epicentro no mesmo local com intensidades de 3.1 e 3.8 na escala de magnitude regional, que mede a intensidade de terremotos e é uma adaptação da escala Richter.

No entanto, especialistas afirmam que tremores com intensidade acima de 6, na mesma escala, é que podem causar destruição e alertam que a hipótese é remota de ocorrer um terremoto de tamanha intensidade no Brasil.

Do blog do Junior Miranda.

Desde sábado, dia 9 de janeiro, após tremores de terra na cidade potiguar de João Câmara, a população das regiões do Brejo e Curimataú paraibanos vem sentindo pequenos abalos sísmicos. Moradores de municípios como Araruna, Guarabira, Caiçara, Lagoa de Dentro, Belém, entre outros, sentiram a terratremer por volta da 13:00hs desta segunda-feira (11).

A cidade de João Câmara, no Rio Grande do Norte, é conhecida pelos frequentes abalos sísmicos, muitos deles sentidos na Paraíba devido a proximidade, estando essa região sujeita a terremotos, ou sismicamente ativa, por estar próxima de uma falha geológica.

No município de Belém, no estado da Paraíba, no final da década de 1980, por exemplo, após um forte terremoto em João Câmara, foi sentido tremores de terras que causaram até rachaduras em paredes de residências locais. Nesta segunda-feira novamente foram sentidos tremores de terra em comunidades rurais, como o sítio Açude Grande, e em lugares altos da cidade, como na rodoviária municipal. Já na região várias pessoas de diversas cidades ligaram para as emissoras de rádio relatando o ocorrido.

Notícia do Correio dá conta que ocorreu abalos em João Pessoa:

Um tremor de terra foi sentido em vários bairros de João Pessoa e nos municípios de Araruna, no Brejo paraibano, e em Campina Grande, por volta da 13h desta segunda-feira (11).

De acordo com algumas pessoas que sentiram o tremor e entraram em contato por telefone com o Portal Correio, os abalos balançaram móveis e deixaram moradores dessas localidades em estado de alerta.

“Pensei que fosse o meu prédio que estava prestes a desabar”, contou a estudante Camila Seixas, que mora no bairro de Mandacaru, na Capital. Ela disse que se assustou e ligou para familiares imediatamente.

A mesma preocupação sentiu a dona de casa Lúcia Neves, no município de Araruna. Ela disse que os móveis tremeram e objetos chegaram a cair. “Minha geladeira tombou com a trepidação. Ficamos muito assustados”, relatou.

O tremor foi sentido, em João Pessoa ainda em Tambauzinho, Jardim Luna e em Tambaú, na Orla, além de Mangabeira, onde o internauta Alonso Freire afirma que o sofás da sua casa e alguns objetos tremeram.

O Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UNB) informou que as trepidações sentidas no Estado são decorrentes de uma tremor ocorrido nas proximidades de Natal, no Rio Grande do Norte, por volta do 12h45 (horário de Brasília) desta segunda-feira (11) .

De acordo com o relatório divulgado no Site do Observatório o abalo sísmico atingiu 4.3 na escala Richter ( que vai até 9) e teve epicentro no município de João Câmara a cerca de 52 quilômetros da Capital Potiguar.

Outro abalo sísmico foi registrado no sábado (9) no Rio Grande do Norte pelo Observatório Sísmico da UFRN, com intensidade que chegou a quase 3 graus na escala Richter e teve epicentro no município de Taipu (RN).

O tremor foi sentido em João Câmara, Poço Branco, Taipu, Ceará-Mirim (RN) e em alguns bairros de Natal.

9 respostas para Tremores de Terra atingem a Paraíba – Passa a ser área de risco

  1. adriana moreira disse:

    eu tambem senti o tremor, eu estava no meu trabalho (no empresarial independência no centro de joão pessoa).

  2. Vixe . disse:

    Sem comentários. V I X E !!!

    Inté,
    Murilo

  3. Fluoxetina disse:

    Quem diria, quando minha vó dizia que o mundo vai “virar de cabeça para baixo um dia” era verdade, não virou ainda, mas ta choacalhando

  4. José Bezerra disse:

    E tão perto de 2012 rsrsrsrsrs

  5. Sebastião Marques disse:

    Se a cidade é suscetível a tremores, é melhor procurar outra para morar. Não é prudente morar em áreas de risco. Ora mais, ora menos a tragédia acontece e mata todos. Do mesmo modo que morar perto de um vulcão pode ser desastroso, morar em uma cidade sujeita a abalos também o é.
    .
    Recomendo a todos que procurem outro lugar mais seguro para morar antes que a Natureza mostre o lado mais severo dela.
    .
    Atenciosamente,
    .
    Sebastião Marques

  6. marcelo mark disse:

    todos nós devemos entender que vivemos em uma bola e que isto pode ocorrer, gente tente se equilibrar numa bola e vc vai enender… o quanto é perigoso.

  7. Laís disse:

    Tsunami em João Pessoa

    Estudiosos da Inglaterra e UFPB estão em busca de respostas sobre a possível catástrofe

    Uma onda gigante, acima de 50 metros de altura, atingindo o litoral brasileiro, especificamente João Pessoa e destruindo tudo no seu caminho. A cena assustadora não se trata de um filme de Hollywood, mas de uma sombria previsão de cientistas britânicos em estudo com professores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). O alerta coloca em xeque respostas de alguns estudiosos de ser quase nula a possibilidade do Brasil ser atingido por uma Tsunami. Essa possibilidade concreta existe e foi descoberta em 1996.

    Terremotos no fundo do mar não são a única razão para o surgimento de ondas devastadoras. Quedas de meteoros e erupções vulcânicas também podem gerar precipitações marítimas. De acordo com cientistas ingleses, no Brasil, que não tem sistema de alarme de tsunami, moradores e turistas seriam pegos de surpresa, repetindo as cenas trágicas que aconteceram na Ásia, em 2004, quando o Sri Lanka foi duramente castigado por ondas de grande proporções, matando aproximadamente 150 mil pessoas. De acordo com pesquisadores, João Pessoa tem possibilidades de ser atingida por esse triste fenômeno.

    A explicação dá conta de um vulcão, denominado Cumbre Vieja (Pico Velho), que fica na parte sul da ilha de La Palma, nas Canárias, perto da costa oeste da África. Se entrar em erupção novamente poderá provocar o deslocamento de um pedaço de rocha de alguns quilômetros cúbicos e sua queda no mar. Os fragmentos da rocha devem se espalhar e, consequentemente será formado um jato de água gigantesco que se deslocará como uma onda numa velocidade de aproximadamente 500 km por hora por todo o Oceano Atlântico. Em poucos minutos chegará à costa africana e, em pouco mais de 5 horas, atingirá o litoral do Norte e Nordeste brasileiro.

    Na Universidade Federal da Paraíba tem um grupo de pesquisadores formados para elaborar estudos sobre vulnerabilidades e desastres. O professor em Planejamento e Gestão Geo-Ambiental da UFPB, Paulo Rosa, explicou que ainda não é possível prever quando esse vulcão entrará em erupção. “Com todo o aparato tecnológico ainda não se tem confirmações efetivas, porém, tomando como parâmetro a probabilidade, logo, o fato já ocorreu outras vezes e houve uma grande atividade que gerou terremoto com tsunami em Portugal em 1755, inclusive com grande mortandade de pessoas. Há estudos estatísticos nesse sentido de que a atividade vulcânica no arquipélago das Canárias ocorre mais ou menos de forma cíclica de 200 a 200 anos, logo está, segundo as previsões, com possibilidade de ocorrência daqui para frente”, concluiu.

    As dúvidas ainda são muitas. O professor Malcom Hart, da Universidade de Plymouth, na Inglaterra, veio recentemente a Paraíba firmar parceria de estudos com a UFPB a fim de buscar respostas possíveis sobre esse tipo de catástrofe na costa nordestina. Paulo Rosa é o responsável pelo intercâmbio de estudos entre os cientistas ingleses e os paraibanos. Através do projeto “Vulnerabilidades e desastres”, os pesquisadores pretendem dar continuidade aos estudos. O início para as atividades depende de aprovação do Ministério de Ciências e Tecnologia.

    “Vamos procurar vestígios de outras evidências de registros de isótopos na camada K (camada orbital do elétron no átomo) em camadas calcáreas. Os calcáreos que melhor guardam esses registros são os denominados de dolomíticos, nesse caso a Paraíba tem esse tipo de minério em diversos pontos do nosso litoral. Num outro momento, caso seja evidenciado registros desse tipo de isótopos em Irídios (elemento químico) incrustados no calcáreos se prosseguirá estudos mais contundentes para pressuposições probabilísticas, nesse caso pesquisadores da UFPB – Laboratório de Estatística Aplicada ao Processamento de Imagens e Geoprocessamento (Leagip) irão juntamente com pesquisdores de Plymouth juntar forças para procederem cálculos e estimativas para alertar sobre medidas de evacuação”, explicou.

    Segundo Paulo Rosa um outro trabalho de extrema importância está vinculado à visualização científica. Nesse caso pesquisadores do Laboratório de Tecnologias para Ensino Virtual e Estatísitca (LABTVE) e do Núcleo de Documentação Histórica e Informação Regional (NDHIR) irão procurar ilustrar com animação computacional e os dados coletados, tratados e analisados, ou seja, será criado uma base de informação através de inteligência artificial para facilitar a compreensão da sociedade sobre esse fenômeno assustador pelo qual poderá sofrer parte do litoral nordestino.

    Nossa além de tsunami agora ta acontecendo esses pequenos abalos sísmicos.
    Nunca pensei que essas coisas aconteceriam no nordeste brasileiro. Além de acharem que aqui será atingida por uma tsunami anda ocorrendo esses pequenos abalos sísmicos.
    Tomara que não aconteça tsunami e esses abalos sísmicos.
    A população de Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba já estão assustados com isso.

  8. Rosi Araújo disse:

    É o fim dos tempos,leiam a bíblia e vejam que segurança só em cristo……

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